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Ministros da CPLP querem passaporte eletrónico nos Estados lusófonos até final de 2016


Os ministros da Administração Interna da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa prometem avançar com a introdução do passaporte eletrónico em todos os Estados lusófonos até ao final de 2016, reforçando as medidas de segurança noutros documentos de identificação.


Chip


A recomendação faz parte da Declaração de Díli, assinada hoje por oito dos nove Estados-membros da CPLP – o embaixador brasileiro, que representou o seu Governo na reunião, pediu 30 dias “para se pronunciar sobre a assinatura” do texto.

O texto contém recomendações nas três áreas em debate em Díli na IV reunião dos ministros da Administração Interna e do Interior lusófonos: polícia, migração, estrangeiros e fronteiras e salvação pública, proteção civil e bombeiros.

Entre as recomendações, o texto defende medidas “tendentes ao progressivo aumento da segurança do registo civil através de registos eletrónicos centralizados, contribuindo para uma maior eficácia na luta contra a usurpação de identidade”.

Paralelamente, deverá ser definida uma proposta de estratégia comum de segurança dos documentos de viagem, com o desenvolvimento e implementação de sistemas tecnológicos para o controlo e fiscalização nas fronteiras.

Foi ainda aprovada a criação da Comissão de Peritos do Observatório para a cooperação e troca de experiências e boas práticas no domínio dos fluxos migratórios, visando melhorar o funcionamento do Observatório dos Fluxos Migratórios como instrumento de “gestão e controlo do movimento de pessoas e combate à imigração ilegal ou irregular e ao tráfico de seres humanos no espaço da CPLP”.

A declaração considera a estabilidade e a segurança “elementos essenciais da consolidação do Estado de direito” notando que os “novos desafios e ameaças à segurança interna, incluindo a criminalidade transnacional, são cada vez mais intensos”.

Esta “crescente complexidade e interligação dos desafios à preservação da segurança interna de cada Estado” reforçam a necessidade de maior coordenação e cooperação em várias áreas, nomeadamente as políticas de migração.

O texto destaca ainda a tentativa de criar redes e sistemas para uma resposta lusófona a catástrofes naturais, nomeadamente com medidas conjugadas de prevenção e mecanismos de resposta rápida.

Na área da polícia, foi acordado um reforço da cooperação entre os nove Estados, especialmente nas áreas de prevenção da criminalidade e policiamento de proximidade, proteção da natureza e do ambiente, armas e explosivos, investigação criminal, prevenção e combate à imigração ilegal e tráfico de seres humanos e gestão civil de crises.

Os nove vão ainda continuar com ações de “reconhecimento e dignificação do papel da mulher nas forças e serviços de segurança dos Estados-membros da CPLP”, aprovando a criação de um site na internet para a partilha de informação.

Díli acolheu ainda a primeira reunião da Comissão de Gestão Civil de Crises, que os delegados esperam que se consolide como “espaço de cooperação em matéria de troca de experiências, boas práticas e formação no âmbito da participação de cada Estado-membro em missões internacionais de apoio à paz”.

Os Estados-membros querem também reforçar a capacidade de prevenção e investigação do crime organizado e transnacional, com destaque para o terrorismo e tráfico de drogas, promovendo mais troca de informações e ações de formação especializada.

Ainda na área da formação foi debatida a criação de um centro de excelência de formação comum das forças e serviços de segurança e ordem Pública da CPLP e aprovada a cooperação nesta área com o Consórcio de Formação de Polícia da União Europeia.

Foram criadas duas novas estruturas de cooperação, a Comissão de Trânsito e Segurança Rodoviária e a Comissão de Segurança Aeroportuária.

Na área da Salvação Pública, Proteção Civil e Bombeiros o encontro defendeu mais ações de cooperação na plataforma de redução de riscos e desastres, fomentar o intercâmbio de peritos e promover ações de formação e acordos multilaterais nessa área.

Mandatam ainda a preparação para o próximo encontro dos ministros “a visão da CPLP sobre o impacto das alterações climáticas nos Estados-membros da CPLP no domínio específico da Proteção Civil”.

As delegações aprovaram as conclusões das reuniões dos Conselhos de chefes de Polícia, de diretores nacionais de Migração, Estrangeiros e Fronteiras e de responsáveis de Salvação Pública, Proteção Civil e Bombeiros.


26-10-2015



Portal da Liderança


Moçambique recebe conferência internacional de investidores centrada no Corredor de Maputo


A capital moçambicana acolhe na próxima quinta-feira, 29 de outubro, uma conferência internacional de investidores, numa iniciativa do Ministério dos Transportes e Comunicações de Moçambique, e que se centrará no desenvolvimento do chamado Corredor de Maputo.


CanaAçucarCorredor


O Ministério refere em comunicado que os empresários vão avaliar as oportunidades de investimento nos projetos nos setores de agricultura e agronegócio, entre os quais o mercado de produtos frescos, a plantação de cana-de-açúcar em Moamba e Magude, bem como o projeto âncora denominado Unidade Engorda (processamento de carne bovina e derivados), avança a Rádio Moçambique. “Este tema será seguido por intervenções de instituições de relevância estratégica, indicando as oportunidades ou modalidades em que possam sustentar os interesses dos investidores nestas áreas e as suas conexões com o ramo dos transportes”, adianta a nota.

Outros temas em análise na Conferência de Investidores do Corredor de Desenvolvimento de Maputo incluem as oportunidades de investimento nos projetos no setor de infraestruturas e as suas ligações ao ramo dos transportes, com destaque para a estrada Moamba-Xinavane com portagem e a barragem de Movene. “Serão igualmente avaliadas as oportunidades de investimento em projetos no setor do turismo, com destaque para os turísticos e imobiliários de Macaneta e Machangulo”, refere o documento.

Será também analisado o ambiente económico e fiscal em Moçambique, o quadro legal de investimentos, acesso ao financiamento e o papel dos parceiros de desenvolvimento no financiamento de projetos.


23-10-2015



Portal da Liderança


A liderança hands-off funciona? – Camilo Lourenço

Utilizemos um exemplo do mundo do futebol: o Arsenal. O clube de Londres joga na Premiership e é dirigido pelo francês Arsène Wenger que, ao contrário dos seus pares, não diz aos jogadores o que quer que eles façam. 

Camilo Lourenço

Há muitos estilos de liderança. Provavelmente tantos quanto o número de gestores… Com isto quero dizer que as lideranças são muito marcadas pela personalidade de quem ocupa determinados lugares nas organizações. No entanto, é possível encontrar traços comuns que ajudam a definir tendências. Vamos recorrer a um exemplo do mundo do futebol, um setor pelo qual nutro especial interesse (como o leitor já deve ter percebido): a liderança do Arsenal. O clube, de Londres, joga na Premiership (1.ª divisão do futebol inglês) e é dirigido pelo francês Arsène Wenger.

Arsène está no clube desde 1996, aonde chegou vindo do Nagoya Grampus Eight, do Japão (passou também pelo AS Monaco). Nestes quase 20 anos à frente do clube ganhou o campeonato inglês por três vezes, a Taça da Liga por seis e a Supertaça por seis vezes também. Como julgar a sua gestão?

Num documentário recente, Patrick Vieira, um renomado centro campista que passou pelo clube (e pela seleção francesa) dizia o seguinte sobre a gestão de Wenger: “Ele confia nos seus jogadores. Tenta sempre que o jogador tome a decisão certa; não lhe diz o que espera que ele faça, ou o que quer que o jogador faça”. Ou seja, Wenger é totalmente diferente dos treinadores convencionais: interventivos e controladores, ao ponto de tentarem moldar os jogadores ao papel que pensaram para eles. Veja-se José Mourinho, por exemplo…

Pergunta: este estilo de liderança funciona? Não conheço outra forma de avaliar isso senão olhando para os resultados. Em 15 anos à frente do clube, Arsène nunca ganhou a Premiership. E nunca chegou, sequer, a uma meia-final da Champions League. Não é, digo eu, uma “performance” de arregalar o olho… 

Como explicar este “falhanço”? O Arsenal é um dos clubes ingleses com maior poderio financeiro. Não só por ter uma grande base de fãs e sócios, mas porque conta com um patrocinador de peso: a Emirates. O estádio do clube tem o nome “Emirates”, o logo da companhia aérea está nas suas camisolas… Isso tem permitido ao clube contratar estrelas de renome mundial, como o próprio Vieira e, mais recentemente, Robin Van Persie (que transitou do Manchester para Londres). Apesar disso, o registo de vitórias de Wenger é muito modesto. Para não dizer… pobre.

O seu estilo de liderança terá alguma coisa a ver com isso? Veja o que diz Vieira sobre Arsène (no tal documentário): “That (o não dizer aos jogadores o que têm de fazer em campo) can be a weakness as well”. Bingo!

23-10-2015

 


Camilo-Lourenço-FotoNovaCamilo Lourenço é licenciado em Direito Económico pela Universidade de Lisboa. Passou ainda pela Universidade de Columbia, em Nova Iorque, e a University of Michigan, onde fez uma especialização em jornalismo financeiro. Passou também pela Universidade Católica Portuguesa. Comentador de assuntos económicos e financeiros em vários canais de televisão generalista, é também docente universitário. Em 2010, por solicitação de várias entidades (portuguesas e multinacionais), começou a fazer palestras de formação, dirigidas aos quadros médios e superiores, em áreas como Liderança, Marketing e Gestão. Em 2007 estreou-se na escrita, sendo o seu livro mais recente “Saiam da Frente!”, sobre os protagonistas das três bancarrotas sofridas por Portugal.
 
 
 

BAD está a apoiar empresas moçambicanas no âmbito da economia verde


O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) está a capacitar cerca de 40 profissionais de empresas moçambicanas para a criação de projetos no âmbito do “crescimento verde”, de acordo com o jornal O País.


EconomiaVerde


A iniciativa surge à luz da integração, pelo Governo de Moçambique, da economia verde no Plano Quinquenal 2015-2019 (PQG). Neste sentido, os projetos empresariais no país devem passar a incluir o plano de proteção ambiental na execução das suas atividades.

Em 2012 Moçambique lançou oficialmente o Roteiro para a Economia Verde durante o decurso da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável. Já em 2013 o Conselho de Ministros aprovou o Plano de Ação no mesmo âmbito. No entanto, muitas empresas desenvolvem as suas atividades sem um plano de proteção ambiental. Capacitar os profissionais destas empresas em matérias de crescimento verde é um pontapé de saída para o objetivo integrado no PQG.

Para o representante do BAD em Moçambique, Joseph Ribeiro, a integração de medidas de crescimento verde nas políticas de desenvolvimento do país asseguram o benefício da população no capital natural existente.


23-10-2015



Portal da Liderança


Empresários de Moçambique criam parceria com Angola no setor do gás


Um grupo de empresários moçambicanos chega a Angola no final do mês de outubro para a conclusão de negociações (iniciadas em setembro) para criação de uma empresa de canalização de gás, anunciou em Luanda o embaixador de Moçambique, Santos Álvaro.


GasPipe


O diplomata, que foi recebido hoje pelo vice-presidente de Angola, Manuel Vicente, disse à imprensa que Moçambique tem experiência neste domínio e pretende partilhá-la com a parte angolana, avança a Lusa.

Santos Álvaro adiantou que os empresários vão trabalhar para a criação de uma empresa para abastecimento de gás. “Essa empresa está cá para trabalhar com a contraparte angolana, com as instituições do Estado, no sentido de criarmos parcerias neste domínio”.

Sobre a situação política em Moçambique, Santos Álvaro considerou-a estável, salientando que o Governo moçambicano vai continuar a promover o diálogo com todas as forças políticas, particularmente com a Renamo, principal partido da oposição. “Nós, os moçambicanos, temos capacidade de resolver os nossos problemas através do diálogo”, sublinhou.

Moçambique vive novos momentos de incerteza política, provocada pela recusa da Renamo em reconhecer os resultados das eleições gerais de 15 de outubro do ano passado e pela sua proposta de governar nas seis províncias onde reclama vitória, sob ameaça de tomar o poder pela força.


22-10-2015



Portal da Liderança


João Bento é o novo presidente da comissão executiva da Gestmin, de Manuel Champalimaud


O ex-presidente executivo da Efacec foi contratado para assegurar a gestão executiva da holding de Manuel Champalimaud.


JoãoBentoSite


A Gestmin detém participações em áreas de negócio que vão da energia à logística portuária, passando pelo imobiliário. A holding controla as participações de Manuel Champalimaud em oito sociedades: Da Praia, Gestmin Serviços, Oz Energia, REN, São Barão, Sogestão, Sogolfe, Silos de Leixões).


João Bento saiu da Efacec depois de esta ter sido adquirida pela Winterfell Industries (por sua vez controlada por Isabel dos Santos).


22-10-2015



Portal da Liderança


Angola aprova diploma que classifica empreendimentos hoteleiros


O diploma relacionado com o turismo e aprovado pelo Conselho de Ministros envolve a transferência da classificação de alguns empreendimentos do setor, segundo o secretário de Estado da Hotelaria e Turismo, Alfredo Caputo.


LuandaBaía


“Este diploma decorre de um processo de modernização levado a cabo no pelouro”, informou o responsável esta quarta-feira no final da 8.ª reunião ordinária do Conselho de Ministros, realizada no Palácio Presidencial, sob orientação do chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, refere a Angop.

No domínio da hotelaria e turismo, o Conselho de Ministros aprovou o Regime Jurídico da Atividade de Restruturação e Similares, diploma legal que estabelece as regras para a instalação, exploração e funcionamento dos estabelecimentos de restauração e similares. Aprovou ainda o Regime Jurídico das Agências de Viagens e Turismo, que reajusta o enquadramento jurídico-legal da atividade das agências e dos operadores turísticos e estabelece um quadro normativo mais adequado às exigências do mercado. Foi igualmente aprovado o Regime Jurídico da Instalação, Exploração e Funcionamento dos Empreendimentos Turísticos. Este diploma legal estabelece regras, procurando um crescimento qualitativo da oferta de alojamento no país.

Alguns empreendimentos serão licenciados pelo poder local. “Quer dizer que a autoridade provincial que responde pela hotelaria e turismo deverá fazer doravante o licenciamento por parte de algumas infraestruturas por classificação”, clarificou. Alfredo Caputo salientou, por outro lado, que relativamente às agências de viagens existe uma inovação: a introdução do operador turístico. “Queremos que as agências de viagens se tornem de facto aquelas que promovem e façam pacotes turísticos para os destinos do país”.

O Conselho de Ministros apreciou também um Regulamento sobre a Atividade Marítima Turística, ficando definido o regime aplicável ao acesso e ao exercício da atividade, bem como as embarcações utilizadas. Este diploma estabelece ainda as regras e as condições técnicas e operacionais a observar na receção de cruzeiros internacionais que façam escala nos portos do país.


22-10-2015



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África do Sul investe mais de 440 milhões de euros em Moçambique até junho


A África do Sul permanece um dos principais investidores em território moçambicano, de acordo com o jornal O País.


SouthAfricanRand


A publicação revela que, no primeiro semestre de 2015, os sul-africanos investiram mais de 500 milhões de dólares (cerca de 442 milhões de euros) em Moçambique. No entanto, parte significativa desse investimento foi realizado por empresas internacionais baseadas em território sul-africano. Em 2014 a África do Sul foi o segundo maior investidor, a seguir aos Emirados Árabes Unidos.

Filipe Nyusi, presidente da República de Moçambique, está desde ontem em Pretória, para uma visita de Estado de três dias. O governante faz-se acompanhar por uma delegação composta por 45 empresários e sete ministros, todos das áreas económicas. Na bagagem, Nyusi leva projetos de energia cuja viabilidade passa pela parceria com Pretória.

O diretor-geral do Centro de Promoção de Investimentos de Moçambique, Lourenço Sambo, afirmou que o país quer inverter a tendência atual, em que quase apenas a África do Sul está a investir em Moçambique, e os moçambicanos o fazem timidamente no país vizinho.


22-10-2015



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Curso Prático de Compras e Contratação Pública no Âmbito das Limitações Orçamentais - Angola


Este curso, que decorre em Luanda no início de novembro, visa proporcionar conhecimentos sólidos sobre como melhor aplicar a Lei da Contratação Pública e aumentar a eficiência operacional na área das compras públicas. As limitações orçamentais requerem que os decisores aproveitem bem os recursos disponíveis e reduzam riscos de não execução.


CursoComprasAONovoSITE
No final os participantes estarão aptos a
:

  • Tornar o processo de compras mais simples e eficiente;
  • Reduzir riscos de atrasos e paragem de projetos, serviços e operações devido a ineficácias do processo de contratação;
  • Eliminar a ineficiência processual;
  • Conseguir melhores condições de compra e fornecimento;
  • Promover a dinâmica concorrencial entre fornecedores.

Destinatários
:
Dirigentes e quadros de entidades públicas – Ministérios, institutos e empresas públicas, bem como o poder local.

Duração: 3 dias | 21 horas

Calendário: Luanda, 4, 5 e 6 de novembro de 2015
Formação Intra - Qualquer altura do ano

Para inscrições e valores de grupos, contacte:  Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.


Consulte a Brochura do Programa
 
CursoComprasAONovaBrochura


[Consulte aqui outras sugestões de programas de desenvolvimento]

Vasco Matos reforça área comercial da tecnológica portuguesa 2VG


A tecnológica portuguesa especializada em soluções de virtualização 2VG anuncia a contratação de Vasco Matos “como o mais recente reforço da equipa e aposta da empresa no fortalecimento da área comercial”.


VascoMatos2VG


O novo consultor comercial da 2VG terá como principais funções “potenciar as atuais e futuras parcerias tecnológicas, e por consequência, intensificar novas oportunidades de negócio para a empresa”, refere a nota. 

Reportando diretamente a Miguel Luz Pinto, CEO da 2VG, Vasco Matos “vai trabalhar de forma aproximada com os clientes da empresa que necessitem de um acompanhamento mais personalizado, em particular os clientes das áreas da Administração Pública e outras entidades governamentais”.

Licenciado em Engenharia de Eletrónica e Computadores pelo Instituto Politécnico de Setúbal, Vasco Matos detém mais de 15 anos de experiência na promoção e venda de serviços e soluções de comunicação empresarial. No seu percurso profissional desempenhou funções comerciais em alguns dos principais fabricantes e integradores de comunicações, como a Cisco e a Dimension Data.


22-10-2015



Portal da Liderança


Moçambique: falta de recursos dificulta participação das PME nos grandes projetos


A falta de recursos financeiros e estrutura orgânica de gestão para implementar normas de qualidade e processos de certificação em Moçambique são alguns dos principais entraves à participação de grande parte das Pequenas e Médias Empresas (PME) do país na cadeia de valor dos grandes investimentos em curso.


MaputoMozambique


Esta constatação foi feita em Maputo no decurso do seminário subordinado ao tema “Certificação de Empresas: Metas e Desafios”, revela a Rádio Moçambique. O evento foi promovido pela XZ Consultores Moçambique, em parceria com a CTA - Confederação das Associações Económicas de Moçambique, a Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) e o Instituto Nacional de Normalização de Qualidade (INNOQ).

O vice-presidente do Pelouro da Indústria, Comércio e Serviços da CTA, Francisco Pereira dos Santos, sustentou que os custos para uma PME aderir ao processo de certificação se situam entre 10 mil e 15 mil dólares (8 mil a 13 mil euros), dependendo do volume de negócios, entre outros aspetos, razão pela qual as empresas preferem adiar o processo de certificação, por dificuldades na avaliação do seu impacto.

“Notámos que as empresas que recorrem a este tipo de serviços não vão buscar crédito bancário para tal, porque têm alguma dificuldade em avaliar o seu impacto, preferindo por isso adiar o processo de certificação, que implica a realização de um investimento”, referiu Francisco Pereira dos Santos. Os grandes investidores, sobretudo na área dos recursos naturais, realçou, têm exigido estes requisitos, nomeadamente a certificação e implementação das normas, pelo que se as PME quiserem fazer parte da sua cadeia de valor têm de passar por este percurso.

“Em Moçambique, particularmente no setor privado, temos de olhar para isto como uma questão fundamental para nos tornarmos mais organizados, profissionais e eficientes e, acima de tudo, provar que somos um setor capaz de fornecer bens e serviços a qualquer tipo de cliente”. Como uma das soluções, o vice-presidente do Pelouro da Indústria, Comércio e Serviços da CTA disse esperar que o Governo dê continuidade ao projeto PACDE-MESE, que visava a comparticipação no financiamento de atividades orientadas para o crescimento e melhoria da posição competitiva das PME no mercado. 


21-10-2015



Portal da Liderança


David Pérez del Pino é o novo diretor-geral da Checkpoint Systems para a Ibéria


A Checkpoint Systems nomeou David Pérez del Pino diretor-geral de Portugal e Espanha, refere em comunicado a empresa de soluções para a disponibilidade de mercadoria no retalho.


DavidPérezPino


O responsável ocupou, ao longo de 15 anos, postos de direção na Oracle, tendo dirigido planos estratégicos de desenvolvimento de negócios no âmbito da tecnologia para retalhistas e hotelaria. Especializado em soluções para a venda omni-channel, e-commerce, business intelligence e gestão de perda desconhecida, entre outros, “também trará a sua experiência em gestão de vendas estratégicas, gestão de equipas e liderança de projetos”, explica a multinacional no documento.

Diplomado em Empresas e Actividades Turísticas pela Escola Oficial de Turismo, David Pérez tem mais de 20 anos de experiência na tecnologia aplicada aos setores do retalho e hoteleiro. 


21-10-2015



Portal da Liderança


Linha de crédito à exportação para Angola aquém das expetativas das empresas


O presidente da Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Angola (CCIPA), Paulo Varela, defende uma revisão da linha de crédito inaugurada este verão, considerando que “não produziu os resultados esperados” por ser demasiado complexa.


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“A resposta do Governo português às dificuldades de tesouraria dos exportadores para Angola não produziu os resultados esperados”, disse Paulo Varela na intervenção de abertura do seminário realizado pela Abreu Advogados hoje em Lisboa, avança a Lusa.

“A grande complexidade da sua implementação, por envolver 18 instituições financeiras em Angola, implica um conjunto de procedimentos legais e burocráticos que tornam a utilização desta linha de crédito muito complexa, por isso impõe-se a sua revisão no sentido de a tornar mais amigável das empresas e assim cumprir os objetivos para que foi delineada”, acrescentou.

Na intervenção no seminário sobre a nova lei do investimento privado em Angola, Paulo Varela salientou ainda que “um dos maiores problemas para as empresas é que o termo da crise não é previsível”, notando que, se o Fundo Monetário Internacional estima a recuperação em 2017, outros organismos como a Organização dos Países Produtores de Petróleo atiram a recuperação dos preços do petróleo “para daqui a quatro ou cinco anos”.

Assim, conclui, “é preciso prepararmo-nos para um período prolongado de algumas dificuldades”, disse Paulo Varela, recomendando aos investidores e empresários que se preparem para “o novo paradigma inevitável” que surgirá quando Angola ultrapassar esta crise.

“Temos de mudar de um modelo de puro exportador para a nova realidade que é a aposta na produção local; isto não será feito da noite para o dia, mas é do interesse de todos que a transição para uma aposta maior na produção local seja feita de forma gradual e com incentivos”. Por isso, “não é certamente com barreiras e obstáculos à entrada de produtos em Angola que isto será atingido”, alertou, numa referência à nova pauta aduaneira que encarece os impostos sobre alguns produtos que o Governo angolano considera já poderem ser produzidos localmente.

O Executivo de Angola aprovou no início deste mês um novo regulamento para a realização de investimento privado no país, prevendo a criação de uma “via verde” para acelerar os procedimentos e unidades técnicas de apoio em cada ministério. 


21-10-2015



Portal da Liderança


David Faustino nomeado diretor comercial da tecnológica Glintt


David Faustino é o novo diretor comercial da Glintt. O responsável entrou para a empresa portuguesa de tecnologias de informação em março de 2013 como diretor de ofertas estratégicas.


DavidFaustinoGlintt


O ano transato o executivo assumiu a liderança da unidade de managed services, e, já no atual exercício, integrou o grupo de planeamento estratégico como assessor da comissão executiva. A partir deste mês passou a ocupar o cargo de diretor comercial, com report direto ao presidente da comissão executiva, Nuno Vasco Lopes. 

Licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Superior Técnico e com um MBA pela Universidade Católica Portuguesa, David Faustino iniciou o percurso profissional em funções de consultoria, tendo passado por Espanha, França e Reino Unido. Tem 20 anos de experiência na área de tecnologia e sistemas de informação, em empresas como a Computer Sciences Corporation, a Siemens ou a Novabase. Desde 2001 que focou a carreira em funções de desenvolvimento de negócio e gestão de equipas. 


21-10-2015



Portal da Liderança


Angola vai avançar com a construção faseada de 22 polos industriais


O Ministério da Indústria angolano tem um programa que prevê a construção, por fases, de 22 polos de desenvolvimento industrial em todas as províncias do país. Iniciativa que, segundo o secretário de Estado da Indústria, Kiala Ngone Gabriel, vai ajudar a reduzir o desemprego.


KialaNgoneGabriel


“Se conseguirmos em dez anos construir todos estes polos, ainda que de forma faseada infraestruturá-las, será muito bom”, declarou Kiala Gabriel em entrevista à Angop. A título de exemplo, explicou que, neste momento, numa área de 2.345 hectares (caso do polo de Futila), o setor está a infraestruturar cerca de 102 hectares, por fases, e quando terminar começam as obras noutro polo a definir.

Referiu também que se trata de um programa ambicioso, mais empregador, propício ao surgimento de muitos postos de trabalho, pois vai trazer ao país muitas indústrias, poupar recursos em termos de divisas, promover a exportação e desencorajar a importação, mas de forma competitiva. “Hoje, bem ou mal e com todas as dificuldades, temos áreas e espaços já bem preenchidos com indústrias, incluindo aqueles industriais que com meios próprios tiveram a coragem de se instalarem nos polos numa altura em que não havia condições”. Por isso o governante referiu haver necessidade de se resolver a questão das infraestruturas básicas, para permitir aos industriais exercerem as suas atividades.

O modelo de gestão dos polos está em discussão, "constituindo uma grande preocupação do Executivo" a sua redinamização e implementação. É o caso do Futila (Cabinda), Viana (Luanda), Catumbela (Benguela) e outros que estão a ser criados com condições mínimas de funcionamento em todas as províncias do país.

Neste momento, referiu, o setor está a analisar a situação dos polos da Caála, do Uíge no município do Negage já lançados, assim como o do Lucala, onde existem áreas definidas, localizadas, e foram lançadas ações de infraestruturas e funcionamento, faltando apenas a sua concretização. De igual modo, para o Soyo e Nbanza Congo estão contemplados dois polos. O Soyo é um caso especial, pois é uma área onde existe petróleo e gás, enquanto Nbanza Congo é uma área que por natureza pode desenvolver outro tipo de atividade industrial.

“O nosso desejo é ter em cada província um polo de desenvolvimento industrial. É um trabalho que envolve muito dinheiro, por isso vai ser implementado de forma faseada. A nossa luta é conseguir que os novos industriais tenham acesso a infraestruturas como energia, água, vias de acesso e financiamentos. Estes são fatores de produção determinantes para a instalação de indústrias”. 


20-10-2015



Portal da Liderança


Curso Prático de Liderança e Gestão para Executivos - Cabo Verde


Este curso, que tem lugar na cidade da Praia, visa apoiar os dirigentes a melhorar a sua capacidade de liderar e gerir de forma mais eficaz, utilizando uma metodologia pedagógica assente em atividades práticas e fornecendo ferramentas operacionais para lidarem com as exigências de um mercado dinâmico e competitivo.


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No final os participantes estarão aptos a
:

  • Identificar os fundamentos da liderança e da gestão de pessoas e o seu impacto nas organizações e nas equipas;
  • Compreender os pressupostos da motivação das pessoas e aplicar boas práticas para motivar os elementos da sua equipa;
  • Identificar e potenciar as características das equipas de elevado desempenho;
  • Gerir o seu tempo de forma produtiva e conduzir reuniões orientadas para resultados;
  • Envolver as pessoas da sua equipa para implementar processos de mudança organizacional.

Destinatários
:
Gestores, dirigentes e quadros que sejam responsáveis pela coordenação, gestão de unidades de negócio e motivação das respetivas equipas.

Duração: 3 dias | 21 horas

Calendário: Praia, 17, 18 e 19 de novembro de 2015 
Formação Intra – Qualquer altura do ano

Para inscrições e valores de grupos, contacte:  Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.


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BrochuraCursoLiderançaCV


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Curso Prático de Criação de Novos Negócios e Empreendedorismo - Angola


Este curso, que decorre na capital angolana, visa desenvolver o conhecimento e competências necessários ao empreendedor que queira desenvolver o seu negócio, avaliando oportunidades e ideias de negócio bem como definindo estratégias vencedoras no mercado competitivo.


CursoCriaçãoNovosNegóciosAOSite
No final os participantes estarão aptos a
:

  • Compreender o que é o empreendedorismo;
  • Formular boas ideias de negócio;
  • Estruturar um plano de negócios;
  • Saber como obter financiamento;
  • Gerir operações e processos de forma eficiente.

Destinatários
:
Gestores e empresários com visão de futuro, num contexto de inovação e de incentivo a novas ideias e abordagens de negócio.

Duração: 2 dias | 14 horas

Calendário: Luanda, 17 e 18 de novembro de 2015
Formação Intra - Qualquer altura do ano

Para inscrições e valores de grupos, contacte:  Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.


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BrochuraCursoCriaçãoNovosNegóciosAO


[Consulte aqui outras sugestões de programas de desenvolvimento]

The Lisbon MBA é o único português no ranking do Financial Times


O The Lisbon MBA Part Time – o MBA da Católica-Lisbon School of Business and Economics (Católica-Lisbon) e da Nova School of Business and Economics (Nova SBE) entrou, pela primeira vez, para o ranking de MBA executivos do Financial Times, sendo o único MBA em Portugal a constar neste ranking, de acordo com comunicado.


LisbonMBA


O documento refere que esta entrada se justifica, em grande parte, pelo progresso na carreira dos ex-alunos, nomeadamente uma subida salarial pós-MBA de 47%. Outros fatores valorizados no ranking são a diversidade e a qualidade do corpo docente, bem como a qualidade da investigação de ambas as universidades.

Anabela Possidónio, diretora executiva do The Lisbon MBA, declara na nota que, “depois de o nosso programa international, que temos em parceria com o MIT, constar entre os melhores do mundo, é agora a vez do nosso programa de MBA Part Time entrar também neste ranking tão exclusivo” A responsável considera que o resultado se deve, “em muito, à parceria das duas melhores escolas de negócio do país, ao apoio dos nossos mecenas e ao trabalho do nosso corpo docente que, a par de uma formação técnica sólida, tem contribuído para desenvolver líderes, com inovação, criatividade, empreendedorismo e uma visão e experiência internacional”.

Francisco Veloso, diretor da Católica-Lisbon SBE, salienta que “este resultado reflete o sucesso de uma estratégia de excelência que tem vindo a ser implementada e que permite a grande visibilidade do The Lisbon MBA no estrangeiro e a liderança incontestável em território nacional”, acrescentando “que reflete o sucesso dos nossos alumni, que conseguiram alavancar os conhecimentos adquiridos durante o MBA; a confiança depositada em nós pelas empresas e uma bem-sucedida política de alianças com os players mais relevantes do mundo empresarial”.

Daniel Traça, diretor da Nova SBE, considera que “estamos todos de parabéns. Nos últimos dias temos tido bons motivos para acreditar que o ensino superior português é cada vez mais uma referência no mundo. Sinto-me orgulhoso por fazer parte desta equipa que cedo percebeu a importância de aliar o melhor talento a um programa de excelência, de forma a permitir que Portugal fosse cada vez mais um ativo de qualidade, reconhecido pelos rankings internacionais do ensino superior. Temos dois programas de MBA entre os melhores do mundo, estou muito satisfeito”.

O ranking do Financial Times serve de referência a nível mundial neste mercado. As tabelas são elaboradas com base em critérios que vão desde o salário a três anos após o MBA à percentagem de mulheres no corpo docente. Para elaborar as listas, o diário britânico recorre a questionários online, feitos às escolas e aos antigos alunos. 


19-10-2015



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Linhas de crédito na banca de Angola criam oportunidades para o setor agropecuário, diz ministro


Afonso Pedro Canga, ministro da Agricultura de Angola, afirma que as linhas de crédito disponíveis nos diferentes bancos são grandes oportunidades que os empresários ligados ao setor agropecuário devem aproveitar, noticia a Angop.


AfonsoPedroCanga


O governante (que falava na cerimónia de encerramento formal da 2.ª edição da AgroAngola - Salão Internacional da Agricultura, Pecuária, Alimentação de Angola, nas instalações da FILDA - Feira Internacional de Luanda) referiu que as modalidades de reembolso são favoráveis e pediu uma maior organização dos agricultores, para terem acesso aos diferentes programas de financiamentos disponíveis.

Afonso Pedro Canga adiantou que os agricultores devem apostar cada vez mais numa boa gestão para que as suas explorações possam ser mais rentáveis.

O dirigente reconheceu a gestão praticada pelos pequenos agricultores ou mesmo agricultores familiares, que, apesar de poucos recursos, conseguem garantir a continuidade da sua produção e cumprirem com a obrigação do crédito.

Participaram na 2.ª AgroAngola, que encerrou portas este domingo, cerca de 100 expositores entre angolanos e estrangeiros. 


19-10-2015



Portal da Liderança


Angola compra seis helicópteros à AgustaWestland por mais de 88,1 milhões


O Governo angolano vai pagar mais de 88,1 milhões de euros pela aquisição de seis helicópteros à construtora AgustaWestland, de acordo com uma autorização contratual.


AgustaWestland


Em causa está um despacho presidencial de 13 de outubro, ao qual a Lusa teve acesso, autorizando os moldes do negócio, que, além da aquisição dos seis helicópteros, envolve o fornecimento de peças sobressalentes e a formação de pilotos e técnicos.

O contrato, refere ainda o despacho assinado pelo presidente angolano, José Eduardo dos Santos, será estabelecido entre o Ministério da Defesa Nacional, através da empresa pública Simportex, e a empresa AgustaWestland, sendo a aquisição inserida na Programação de Investimento Público.

A confirmação do negócio surge depois do anúncio feito em julho pela empresa italiana Finmeccanica, da área das indústrias de Defesa e de Segurança, que prevê entregar a Angola nos próximos meses de seis helicópteros através da AgustaWestland.

A informação foi revelada pelo diretor-geral do grupo, Mauro Moretti, à margem da visita oficial de dois dias de José Eduardo dos Santos a Itália, que envolveu, na altura, a assinatura de vários acordos, nomeadamente económicos e financeiros.

“Vão chegar dentro de poucos meses. Temos seis já contratualizados”, disse Mauro Moretti, após uma reunião com o chefe de Estado angolano, em Roma.

As aeronaves a fornecer pela AgustaWestland serão para uso civil e militar, mas na ocasião não tinham sido adiantados valores do negócio.

A AgustaWestland, propriedade da Finmeccanica, que constrói, entre outros, os helicópteros EH101 e Lynx, emprega mais de 13 mil pessoas e detém fábricas em Itália, no Reino Unido, Polónia e EUA.

A multinacional italiana está a avaliar a possibilidade de renovação de frotas angolanas no setor da Defesa e também na área do petróleo e gás. 


16-10-2015



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