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Anand Mahindra: Na Índia tornamo-nos melhores a fazer coisas que o Ocidente já fazia

Anand Mahindra, presidente e diretor geral do Mahindra Group, é responsável por ter ultrapassado a John Deere e tornar a organização na maior empresa de construção de tratores do mundo. Em entrevista ao Financial Times, fala sobre a inovação empresarial na Índia. Segundo este, "a economia indiana terá sempre o rótulo de nunca estar a viver no seu máximo potencial".

Financial Times (FT): Tem criticado as abordagens indianas à inovação, referindo que as empresas indianas têm que melhorar o seu jogo, deixar de depender dos conceitos frugais de inovação e começar a enfrentar os melhores do mundo. Pode explicar o que quer dizer com isso?

Anand Mahindra (AM): Aquilo que tenho criticado é parecer que estamos presos a um certo modelo, que era muito apropriado numa particular fase de desenvolvimento, chamada de “joghar”, uma frase local que significa contentar-se ou ficar-se pelos recursos que se tem. E isso parecia bom quando tínhamos que trabalhar com recursos extremamente insuficientes e conseguir juntar tudo para criar maquinaria e assim sobreviver. Mas à medida que a Índia tem vindo a crescer e o consumidor indiano a exigir cada vez mais sofisticação dos produtos e serviços que compra, a minha única reprovação é acreditar que temos que ir para além do “joghar” e mudar para um conceito de “dar mais por menos”. Penso ainda que a Índia não deve deixar de fornecer tecnologias de alta qualidade, mas aos mesmos níveis de custos que os nossos concorrentes globais praticam. O nosso ponto de diferença será fazer mais por menos. Nessa medida, a engenharia frugal não é uma frase que acarinho. Mas se engenharia frugal significar dar mais por menos, então não tenho argumentos contra.

FT: Pensa que as empresas indianas conseguem competir à escala mundial da mesma forma como você conseguiu tornar-se no maior player mundial de tratores? Podem os outros seguir esse mesmo caminho? Será uma ambição realista?

Anand--MahindraAM: Espero que sim. Gostava de pensar que sim porque nós não pensamos que somos super-homens ou super-mulheres e que temos caraterísticas especiais que as outras empresas não têm. Penso realmente que conseguem. Tem tudo a ver com a vontade. Tem tudo a ver com o desejo de ser bem-sucedido e com libertar os talentos que estiveram retidos durante muitos anos sobre o controlo da economia indiana. Podem manifestam-se de formas diferentes mas espero que todos tenham um lugar no palco dos vencedores.

FT: Sobre as empresas do Ocidente, será que as empresas da Índia e fora desta, como a China e outros mercados emergentes, devem olhar para esses países e ver o que podem aprender sobre como as empresas estão a inovar nessas economias?

AM: Tenho um forte ceticismo sobre as teorias que dizem que existe um “je ne sais quoi” sobre a inovação indiana, que tem de ser emulada e com a qual se pode aprender. Ou da forma indiana que tem sido um tópico muito quente hoje em dia. Existe algum sistema de gestão indiano ou alguma maneira indiana de inovar? Não acredito muito nisso. Penso que existem formas de estar comprometido em fazer mais por menos, que irão permitir fazê-lo e, francamente, para qualquer empresa no mundo. Penso que as empresas indianas são melhores a fazê-lo e estão mais habituadas a fazê-lo, mas isso não significa que é algo que mais ninguém consegue fazer. E vou ser muito honesto. O que era a inovação de Silicon Valley? Era inovação de garagem, era a inovação da via das restrições. Se for a Silicon Valley e perguntar a algum presidente ou vice-presidente em que tipo de empresas quer investir, dir-lhe-ão que procuram empresas que não usaram muitos recursos no problema, sejam esses recursos pessoas ou financeiros. Estes sentem que a inovação liderada pelas restrições é o que os leva ao sucesso. Portanto, se calhar apenas nos tornámos melhores a fazer certas coisas que o Ocidente já estava a fazer e se calhar o Ocidente apenas se esqueceu de como o fazer.

FT: Falando de restrições. Uma das restrições que as empresas indianas estão a enfrentar é a macroeconomia e um ambiente político em que o governo é acusado de estar paralisado e onde o crescimento está em declínio. O que acha que tem que acontecer para quebrar este ciclo e levar a Índia novamente ao crescimento?

Anand---MahindraAM: A economia indiana terá sempre o rótulo de nunca estar a viver no seu máximo potencial, porque existem inúmeras formas em que um cidadão indiano, qualquer cidadão indiano falador, o que somos todos nacionalmente, dirá o que o governo pode fazer melhor ou o que aconteceria se certas regras fossem colocadas ou retiradas por completo. E isso não é mentira. Haverá sempre uma melancolia sobre os homens de negócios indianos que os leva a dizer “Se não houvesse isto, seríamos duas vezes mais do que somos agora”. Dito isto, o facto é que a Índia continua a mostrar uma taxa de crescimento saudável apesar de todos os problemas. A taxa de crescimento incorporada que temos é saudável e é uma das mais atrativas para os investidores em todo o mundo. Penso que é atrativa para muitas pessoas. Encontrará sempre indianos que dizem “ Se isto acontecesse...”, “Se tivéssemos melhores governantes...”, “Se tivéssemos um sistema político mais coerente estaríamos a 9%”. Isso é verdade e talvez consigamos lá chegar eventualmente. O que eu vejo que está a acontecer é que todos os anos há um sistema sem ações, e estou a dizer isto num sentido positivo, de um sistema sem ações viradas para o crescimento, que avança para um nível mais elevado. Talvez por causa das aspirações dos consumidores ou da impaciência destes e dos cidadãos de hoje, mas penso que a Índia está a aumentar gradualmente os seus níveis de crescimento, o que irá surpreender a todos.

FT: Vamos concluir a entrevista com o nosso segmento “curto ou longo”. Deixe-me dizer umas pequenas palavras e dê a sua resposta entre curto ou longo. 

É conhecido como um fanático do Twitter. As pessoas de negócios estão no Twitter?

AM: Longo

FT: A rupia?

AM: Longo

FT: O Euro?

AM: Curto

FT: Carros elétricos?

AM: Longo

FT: Carros a combustíveis fósseis?

AM: Curto

 


AnandMahindraAnand Mahindra é Presidente do Conselho de Administração e Diretor Geral da Mahindra & Mahindra, empresa fundada pelo seu avô em Ludhiana, Punjab, Índia. Anad estudou no The Lawrence School Lovedale e no Harvard College, Cambridge, Massachusetts, tendo um MBA pela Harvard Business School, Boston, Massachusetts. Segundo a Forbes em 2011, é o 68º na lista de milionários da Índia.

Novo procurador municipal na Kahama


O novo procurador municipal da Kahama, província do Cunene, Angola, Frederico João Caningi, foi apresentado na circunscrição, aos membros do Órgão e às autoridades locais.

Angola
A cerimónia foi orientada pelo Procurador-Geral adjunto da República, Miguel de Nascimento Morais, onde referiu que a apresentação do procurador se enquadra na reestruturação levada a cabo pela Procuradoria-Geral da República, relativamente ao preenchimento de vagas de alguns procuradores municipais.

Miguel Morais pediu ao procurador recém-empossado, maior empenho e dedicação nas novas funções, trabalhando com rigor, eficácia e clareza, para o cumprimento das missões que visam garantir a justiça.



Fonte: AngolaPress

Como manter os seus melhores executivos?

Está determinado a manter os seus executivos mais talentosos? Eis um conselho contra-intuitivo do The Wall Street Journal (WSJ): “A melhor maneira para estes não saírem é prepará-los para sair”.

Em tempos económicos difíceis como os de hoje, a retenção já não é uma prioridade para muitas empresas, visto estarem a focar-se em assuntos do negócio mais imediatos. No entanto, as empresas que ignorarem esse assunto durante o tempo de crise, podem ter uma surpresa desagradável quando as coisas começarem a melhorar.

De acordo com a história, relembra o WSJ, “existe um aumento significativo do número de executivos que deixam as empresas quando as condições de mercado melhoram e existirem mais oportunidades de trabalho. 

É por isso que é crucial que as empresas pensem seriamente na retenção. Isto significa dar aoa executivos a oportunidade para terem mais responsabilidade, para aumentarem as suas competências e para cultivarem os seus relacionamentos com os colegas. Isto é o que executivos pretendem em muitos dos empregos”.

“Claro que os executivos querem estas oportunidades porque os conhecimentos, experiências e relacionamentos que ganham, os tornam mais valiosos no mercado de trabalho”, refere o WSJ. Existe sempre o risco de uma empresa investir no desenvolvimento dos talentos dos seus executivos e depois estes levarem-nos para outro lugar.

No entanto, a investigação do WSJ mostra que os executivos pretendem ficar mais tempo com as empresas que lhes dão mais oportunidades para aumentar a sua empregabilidade, ou seja uma empresa irá reter mais talento ao ajudar os executivos a crescerem e não ao negar-lhes essas oportunidades. E como bónus, esses executivos serão ainda mais valiosos para a própria empresa.

Segundo WSJ, “poucas empresas compreendem isto. Encontramos grandes discrepâncias entre o que os executivos querem em termos do desenvolvimento profissional e o que estão a oferecer”.

Eis como as empresas podem enfrentar essa lacuna ao dar os três tipos de oportunidades que os executivos querem pretendem, segundo o WSJ.  

  • Novas responsabilidades

“Os executivos questionados classificaram com um nível mais elevado as oportunidades de trabalhar em tarefas mais desafiantes e de ter mais responsabilidade, em comparação com outros fatores de satisfação de carreira. Dar estas oportunidades não só ajuda a reter os executivos, como também auxilia a empresa a identificar e a cultivar uma nova geração de líderes. Isto é especialmente verdade em tempos de adversidade, como uma crise económica ou uma mudança dentro da empresa, quando os executivos têm mais a oportunidades para deixar a sua marca do que quando esta está a prosperar.”

UPS“A United Parcel Service Inc. cria continuamente, oportunidades para os colaboradores desempenharem tarefas mais desafiantes e de maior responsabilidade. O vice-presidente de recursos humanos, John Saunders refere que “Não o visionamos como “Contratamos-te para este emprego específico”; visionamo-lo sim como ‘Isto vai ser um processo de 30 anos.”

“A UPS tem reuniões formais com os colaboradores para discutir oportunidades de formação, missões especiais para resolver certos problemas e opções de crescimento. Segundo Peggy Gardner, diretora de comunicações com clientes, discutem, por exemplo, “o tipo de tarefas que os ajudarão a preparar-se para a próxima promoção”. “Falamos das suas capacidades, dos seus objetivos de carreira e do que querem fazer a seguir”, diz Peggy. “Descobrimos o que podemos fazer para que atinjam esses objetivos.”

  • Aumentar as competências

“Adicionalmente a desenvolverem os seus talentos de liderança, os executivos pretendem aumentar o seu valor ao adquirir os conhecimentos das operações fora da sua área de perícia e ao melhorar as suas competências gerais de negócio.

MarriottConsidere o exemplo do grande hotel Marriott International Inc. Numa indústria onde a rotatividade é elevada, o Marriott é especialmente competente em reter os seus talentos de gestão. Uma das razões é um programa que expõe talentosos gestores a problemas e situações de negócios que os prepararem para conseguirem promoções para diretor geral.

Por exemplo, uma executiva de marketing com pouca experiência nas operações de um hotel completou uma formação em divisão de operações. Para a ajudar a ficar rapidamente a par, foi-lhe atribuído um mentor sénior e um mentor colega. E não foi a única a beneficiar desta experiencia. Durante a sua formação, partilhou alguns dos seus conhecimentos de marketing com os seus colegas de operações, ao sugerir formas para atrair mais clientes. 

As empresas podem também lucrar ao oferecer formação aos executivos em áreas de conhecimento mais amplas, como trabalharem bem com os outros, compreenderem e defenderem padrões éticos e como comunicarem eficazmente.”

  • Cultivar relacionamentos

O networking é importante para os executivos por diversas razões. Este estabelece relações que podem ser úteis ao procurar uma nova posição, aumenta a visibilidade e permite aprender com os colegas.  

O networking pode ajudar também a empresa, não só a melhorar a retenção como a aumentar a compreensão e a colaboração entre diversas unidades do negócio.

SocialNetworksConsidere o banco de investimentos retratado no livro "Driving Results Through Social Networks," de Rob Cross e Robert J. Thomas. Os autores descobriram que as redes sociais de vice-presidentes seniores eram diferentes das de vice-presidentes juniores. Os vice-presidentes seniores tinham contatos mais diversos (pessoas de unidades de negócio diferentes, com diferentes áreas de perícia e em diferentes grupos). Os vice-presidentes juniores aspiravam a criar esse tipo de rede e era do interesse do banco ajudá-los a consegui-lo.  

O banco identificou os funcionários com melhores desempenhos e promoveu diversos eventos ao longo do ano, para que estes colaboradores criassem redes de contactos mais produtivas. Depois de um ano, o nível de retenção deste grupo era mais elevado do que o nível de retenção do banco de investimentos como um todo.”

“As empresas que aplicarem estas lições estarão numa melhor posição não só para reter os seus executivos mais preciosos, como também para atrair novos talentos à medida que a economia melhora”, refere o WSJ.


Fonte: The Wall Street Journal

 

Pedro Pires distinguido com prémio "Heritage"


O antigo Primeiro-ministro e ex-presidente de Cabo Verde Pedro Pires recebeu o prémio "Heritage" do Instituto Mundo Negro, sendo esta a terceira distinção internacional desde que deixou a presidência cabo-verdiana, em 2011.

Pedro Pires
O prémio foi entregue em Washington na cerimónia de abertura de um simpósio internacional sobre o futuro da democracia e do desenvolvimento na África e nas Caraíbas, tendo o instituto considerado Pedro Pires um "visionário".

Veterano da guerra que conduziu Cabo Verde e Guiné-Bissau à independência, Pedro Pires foi Primeiro-ministro entre 1975 e 1991 e chefe de Estado de 2001 a 2011.

"Sob a sua liderança, Cabo Verde tornou-se conhecido internacionalmente como uma das democracias mais estáveis e prósperas do continente africano", considerou o Instituto Mundo Negro.

Veja a entrevista de Pedro Pires ao Portal da Liderança.

Em 2011, poucos meses após deixar a presidência cabo-verdiana, Pedro Pires foi galardoado com o prémio Mo Ibrahim para democracia em África, no valor de cinco milhões de dólares.

Na semana passada, Pedro Pires foi nomeado como embaixador da Convenção das Nações Unidas para a Luta contra a Desertificação (UNCCD) das Terras Áridas.

O Instituto Mundo Negro (IBW, na sigla inglesa) foi criado em 1969 tendo como origem um "think tank" que emergiu do Movimento Negro e do Movimento para os Estudos Afro- Americanos surgido em meados da década de 60 do século XX, com sede em Atlanta (Geórgia).

O IBW integra uma lista de académicos, economistas, historiadores e investigadores norte-americanos de origem afro-americana e visa apoiar o aprofundamento dos estudos sobre o continente africano, atribuindo também bolsas de estudo e divulgando obras sobre a mesma temática.



Fonte: AngolaPress

Nuno Botelho na Associação Comercial do Porto


O empresário e gestor ligado ao turismo vai suceder a Rui Moreira como presidente da direção da Associação Comercial do Porto (ACP).

Rui-Moreira
Em comunicado, a ACP adianta que os sócios da Associação Comercial do Porto - Câmara de Comércio e Indústria do Porto elegeram, por unanimidade, os novos corpos sociais da Associação e que Nuno Botelho, até aqui, diretor executivo da ACP, é o novo presidente da direção, sucedendo assim a Rui Moreira, que hoje toma posse como presidente da câmara do Porto.

A equipa liderada por Nuno Botelho - que foi diretor de campanha de Rui Moreira - integra nomes do mundo empresarial e académico portuense, como o economista Alberto de Castro (vice-presidente), Paulo Rangel (eurodeputado), bem como Álvaro Nascimento (economista e presidente do conselho de administração da Caixa Geral dos Depósitos), António Lobo Xavier (fiscalista e administrador da Sonaecom), entre outras personalidades do Porto.

Nuno Botelho, 39 anos, nasceu no Porto e é licenciado em Direito pela Universidade Católica do Porto e pós-graduado em Banca, Bolsa e Seguros pela Universidade de Coimbra. Nuno Botelho é empresário e gestor, com experiência nas áreas da promoção turística e da promoção do sector do vinho. É, desde 2004, diretor executivo da Associação Comercial do Porto.



Fonte: Económico

6 Segredos de Jeff Bezos para a inovação

Jeff Bezos já foi apelidado do “melhor CEO” pela Harvard Business Review. O fundador da Amazon guiou a empresa desde o início como livraria online até se ter tornado na fábrica de inovação que é hoje.

Kevin Kruse, empresário e colunista da Forbes, refere que “quando as pessoas ouvem a palavra “inovação”, pensam na Apple, sem apreciar os avanços que a Amazon tem tido com o Kindle eReader, com o Fire tablet, com a Amazon Web Services, com a Prime, com o checkout num clique e até mesmo com o mechanical turk.”

Kruse destaca inclusivamente que “Bezos já doou milhões de dólares para criar o Bezos Center for Innovation, como parte do Museu de História e Indústria, que irá ser inaugurado no fim deste ano”.

6 Segredos de Jeff Bezos para a inovação segundo Kevin Kruse:

1. Ignorar Wall Street
Bezos já frustrou muitos investidores que procuram maximizar o retorno a curto prazo. Este tem a capacidade pouco habitual de ser verdadeiramente indiferente às mudanças radicais do mercado de ações. Mesmo a seguir ao 11 de Setembro, o preço das ações da Amazon caíram dos 100 para os 6. Ainda assim, no longo prazo, os investidores tem estado incrivelmente bem. Os investidores iniciais da Amazon já tiveram 124 vezes o retorno sobre o investimento desde de que esta se tornou pública.

Mesmo que não tenha uma empresa em bolsa, certifique-se de que escolhe investidores e parceiros que partilham da sua visão de inovação e que sabem esperar e ser pacientes em termos do retorno.

2. A inovação não precisa de um grande orçamento
Muitas pessoas assumem que as empresas inovadoras têm orçamentos de I&D muito grandes. Mas como Bezos referiu numa entrevista, “a frugalidade leva à inovação... não tínhamos dinheiro para gastar em orçamentos de publicidade. Portanto, criámos o programa de associados. [A inovação] requer reflexão e foco no consumidor.”

Pense nos pontos fracos da sua empresa. Como consegue atacar o problema criativamente? Como consegue servir os seus clientes de forma criativa?

Jeff-Bezzos-Amazon-Inovacao-kindle3. Valorize o espectro da inovação
Bezos costuma falar sobre o “espectro” da inovação. Embora os grande avanços recebam toda a atenção (Kindle, Cloud Computing, Prime), Bezos esforça-se também pelas pequenas inovações e melhorias diárias que reduzem custos, poupam tempo e melhoram a qualidade.

Encoraja os seus funcionários a pensar diariamente em novas ideias? Tem algum sistema que reveja, implemente e premeie essas ideias?

4. Manter as equipas pequenas
Numa reportagem sobre Bezos, a Fast Company partilhou a sua “regra de duas pizzas”. Bezos explica frequentemente que as equipas de projetos ideias (em geral, 5 a 7 pessoas) não podem ser alimentadas com mais de duas pizzas.

Bezos sabe que à medida que as empresas ficam maiores, existe uma atração irresistível para tornar as equipas cada vez maiores, uma vez que diferentes “feudos” exigem representação e este aumento acaba por ser visto como uma tentativa de coordenação. No entanto, são sempre as equipas mais pequenas que permanecem ágeis, que atuam depressa e que fazem as coisas acontecer.

Qual o tamanho das equipas multifuncionais que tem na sua empresa? Será que precisam de ser tão multifuncionais?

5. Experimente
No World Economic Forum de 2013, Bezos disse que “se duplicar o número de experiências que faz por ano, irá duplicar a sua capacidade para inventar.”

É a simples ideia de ligar a inovação à invenção. O fracasso não só é bom, como também é preciso. Quantas vezes falhou Edison antes de ter conseguido avanços com a lâmpada? Ainda assim, muitos dos profissionais de hoje parecem ter medo de tentar novos esforços, porque podem não funcionar ou porque estas podem manchar a sua “marca pessoal” com fracasso.

Na Amazon todos são inventores.

6. Contrate pioneiros
Na conferência re:Invent de 2012, Bezos referiu que “tem de selecionar pessoas que querem inovar e explorar. Quando atrair pessoas que têm “pioneiro” e “explorador” no seu ADN, construirá uma empresa com pessoas que querem inventar.”

Como é o seu processo de seleção atual? Seleciona as pessoas pelo seu potencial de inovação?

Se nos compararmos com Jeff Bezos, bem como as nossas empresas com a Amazon.com, podemos ter uma experiência de humildade. Podemos ter uma de inspiração.”


Fonte: CEO

Kevin-KruseKevin Kruse criou e liderou várias empresas de TI avaliadas em milhões de dólares, tendo ganhado prémios do melhor local para trabalhar em várias delas. Colunista habitual da Forbes, é autor de vários NY bestsellers, como "We: How to Increase Performance and Profits Through Full Engagement" ou "Employee Engagement For Everyone".

Plenário do Senado aprova José Jurhosa para Aneel


O plenário do Senado Federal brasileiro aprovou o nome de José Jurhosa Júnior para o cargo de diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Dilma-Rousseff
Os senadores chancelaram a indicação do engenheiro, que já havia sido sabatinado e aprovado pela Comissão de Infraestrutura da Casa mais cedo.

Graduado em engenharia elétrica pela Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Jurhosa trabalha na Aneel desde 1998. Já atuou na Superintendência de Concessões, Permissões e Autorizações de Transmissão e Distribuição da agência, e na Superintendência de Fiscalização dos Serviços de Eletricidade.

Desde 2007 que o engenheiro ocupa a vice-presidência da Comissão Especial de Licitação da Aneel.



Fonte: Brasil Reuters

Presidente do Porto do Lobito assume Aplop


O presidente do conselho de administração do Porto do Lobito, Angola, Anapaz de Jesus Neto, foi declarado presidente transitório da Associação dos Portos de Língua Portuguesa (Aplop), até a constituição da Associação dos Portos de Angola (APA) que deverá eleger o presidente para o biénio 2013/2015.

AplopAngola foi eleita presidente da Aplop, em substituição de Portugal, no quadro do VII Congresso dos Portos de Língua Portuguesa (Aplop), que decorreu de 17 a 18 de Outubro, nesta cidade, mas o país não dispõe de uma organização associativa dos portos nacionais (em fase constitutiva), entidade que deverá ser constituída brevemente, devendo deliberar sobre a titularidade da gestão da organização comunitária.

Entre os corpos gerentes, conforme resultados anunciados pelo presidente cessante, José Luís de Cacho, foi eleita a República de Moçambique à presidência da assembleia Geral, Brasil como vice-presidente, Portugal, para vogal, enquanto o conselho fiscal é presidido por Cabo-Verde, integrando São-Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau.

Independentemente do plano de trabalhos a adotar pela nova direção, sublinhou, a futura gestão dedicar-se-á ao estudo do mercado, já em curso, devendo os seus resultados serem apresentados no próximo ano, em São-Tomé e Príncipe.

A formação de quadros e a constituição do regime especial comunitário, visando por essa via criar uma “marca Aplop”, a aproximação das empresas portuárias da associação, são, entre outros, os desafios que se colocam à gestão angolana.

Em relação à sua gestão, frisou que os primeiros três anos de existência da Aplop, permitiram a constituição de um espaço marítimo e portuário da lusofonia que tem um papel importante no âmbito da cooperação que contribui para o desenvolvimento económico dos países membros.

Este referiu que isso, por si só, deixa-o orgulhoso, ainda mais com aquilo que pode ser testemunhado pelo congresso do Lobito, onde foram apresentados vários temas importantes para o desenvolvimento económico, principalmente de Angola e Moçambique, Brasil, além do estudo do mercado, em curso, respeitante à avaliação das economias.

Acrescentou que se trata de um estudo dinâmico com permanentemente atualização e monitorização das economias comunitárias, o que irá contribuir para a consequente evolução económica das partes.

Reconheceu o desempenho de Angola no quadro associativo, cuja escolha para a presidência o deixa satisfeito, numa fase inicial assumida pelo Porto do Lobito até que seja criada a Associação dos Portos de Angola (APA), que deverá eleger o presidente em exercício.

Admitiu haver “uma forte aposta na economia do mar ”por parte de Angola, o que a coloca, segundo as suas palavras, “no caminho certo” visando uma cooperação integrada”.

Um grande desafio que se coloca é o de que as empresas privadas que operam nos portos possam também aderir à associação, visto que um porto nunca se faz só com as entidades públicas, no quadro da parceria público-privada.



Fonte: AngolaPress

Menezes renuncia e Amorim Pereira assume no Porto


Luís Filipe Menezes, candidato à Câmara do Porto, Portugal, que ficou em terceiro lugar nas últimas autárquicas, renunciou ao mandato. Já Amorim Pereira, número dois da lista de Menezes, revelou que irá tomar posse como vereador da oposição na Câmara do Porto.

Luis-Filipe-Menezes-Porto
A renúncia ao cargo foi apresentada ao presidente cessante da Assembleia Municipal do Porto, Valente de Oliveira, com a data de quarta-feira, 16 de Outubro, indicou a fonte do município.

A mesma fonte indicou ter recebido outro pedido de renúncia, de Mónica Baldaque, número três da lista da coligação liderada pelo PSD nas autárquicas de 29 de Setembro.

Amorim Pereira, número dois da lista de Menezes, revelou que vai tomar posse como vereador da oposição na Câmara do Porto, garantindo que sempre esteve no seu "espírito assumir as responsabilidades" para que foi eleito.

"Até fico surpreendido com a pergunta. Nunca tive nenhuma dúvida a esse respeito", afirmou.

Ricardo Almeida, que integrava o quarto lugar da lista de Menezes, disse no domingo que também vai assumir o cargo de vereador na tomada de posse de hoje.

O independente Rui Moreira foi eleito presidente da Câmara do Porto nas autárquicas de 29 de Setembro 39,25 % dos votos, contra 22,68% do PS e 21,06% da coligação liderada pelo PSD, cujos candidatos eram Manuel Pizarro e Luís Filipe Menezes, respetivamente.



Fonte: Económico

Apresentado novo diretor regional do BPC


O presidente do Conselho de Administração do Banco de Poupança de Crédito (BPC), Paixão Júnior, apresentou no Lubango, província da Huíla, Angola, em assembleia de trabalhadores, o novo diretor regional sul daquela instituição, José Abílio Artiaga, nomeado recentemente por despacho.

Paixao-Junior
José Artiaga substitui no cargo Pedro Elvas, que esteve à frente do BPC na região (Huíla, Namibe, Cunene e Kuando Kubango) nos últimos 31 anos.

Na ocasião, Paixão Júnior referiu à Angop que esta ação faz parte da preparação de um novo ciclo para a empresa, que assenta na nomeação de jovens para uma transição que se pretende pacifica, ou seja, renovação do quadro efetivo da empresa, ação iniciada há dois anos.

Segundo diz, estes quadros têm a possibilidade de se manter no cargo num período de 20 anos, visto serem pessoas formadas e terem no mínimo cerca de 15 anos de trabalho no banco.

“Estamos a fazer uma rotação de quadros regionais e gerentes coordenadores em províncias, começando obviamente pelo Huambo, Huíla, Kuando Kubango e Cunene, tudo na busca de inovações e estilos de trabalho, não perdendo a estratégia de base do banco, evitando vícios em algumas atividades da instituição”, realçou.

“Apostar na formação é uma grande aposta do BPC, principalmente no interior do país. Estamos num bom caminho e vamos manter a estratégia do banco, para que ele seja sustentável”, aludiu.

Paixão Júnior referiu que o BPC vai continuar a apostar na abertura de novas agência nos municípios, para que a cobertura seja maior, pois é um processo que deve ser acompanhado com a componente financeira e de recursos humanos.

Admitiu que o BPC tem uma certa supremacia em relação à concorrência, dada a sua potencialidade de presença, mas ainda assim reconhece que o banco vai continuar a lutar para que a inclusão de populares nos serviços financeiros e bancários seja considerável.

Na região sul, o BPC conta com mais de 50 balcões que empregam cerca de 300 pessoas.



Fonte: AngolaPress

Cabo Verde acorda nomes para Provedoria de Justiça


O Primeiro-ministro e o líder da oposição de Cabo Verde consensualizaram os nomes para a Provedoria de Justiça (PdJ), Alta Autoridade de Regulação para a Comunicação Social (AARCS) e Comissão de Proteção de Dados Pessoais (CPDP).

Cabo Verde
A indicação foi avançada pelo chefe do executivo cabo-verdiano, José Maria Neves, que indicou ter-se reunido com o líder da oposição, Ulisses Correia e Silva, encontro já previsto mas cuja data não foi anunciada.  

Segundo José Maria Neves, o antigo presidente do Parlamento (1996/2001), António Espírito Santo é o nome acordado pelo Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV) e pelo Movimento para a Democracia (MpD) para exercer as funções de Provedor de Justiça, que terá agora de ser aprovado pelo Parlamento. 

António Espírito Santo Fonseca, 62 anos, nasceu a 26 de Abril de 1951 em Lombo Branco, concelho da Ribeira Grande, na ilha cabo-verdiana de Santo Antão, foi um dos fundadores do MpD, em 1990, partido que acabaria por abandonar no início de 2001, após divergências de índole política, tendo-se mantido afastado da política ativa desde então. 

 O Primeiro-ministro cabo-verdiano indicou também que já foram escolhidos os cinco nomes quer para a AARCS quer para a CPDP, mas não os adiantou, referindo estarem "no bom caminho" os consensos em torno das escolhas para a liderança do Tribunal Constitucional (TC) e para a Comissão Nacional de Eleições (CNE).

Em Setembro último, e após mais de 14 anos de discussões, sobretudo referentes à instalação do TC e à institucionalização do PdJ, previstos desde a Constituição de 1999, os dois maiores partidos cabo-verdianos, através dos respetivos líderes parlamentares consensualizaram os nomes e perfis para os cinco órgãos.

"Foi um trabalho muito importante o dos dois líderes parlamentares, que fizeram a negociação sobre estas matérias. Conseguimos o consenso em relação ao PdJ, e já há também consenso nos cinco nomes para a AARCS e para a CPDP. Está no bom caminho o processo negocial para o TC e para a CNE", afirmou.



Fonte: AngolaPress



BRF anuncia Sérgio Fonseca para CEO no Brasil


A empresa de alimentos BRF anunciou que Sérgio Fonseca será o presidente-executivo no Brasil, seguindo o processo de revisão da estrutura administrativa da empresa iniciado em agosto.

BRF-brasil
Em comunicado, a organização afirmou que Fonseca irá reportar diretamente ao presidente-executivo global, Cláudio Galeazzi.

De acordo com a nova estrutura organizacional da BRF, foram criados os cargos de CEO Brasil e CEO Internacional, que responderão pelas regiões de negócios no mercado interno e externo, respetivamente.

O nome do CEO Internacional ainda não foi definido.

"Com a chegada do CEO Brasil e do novo formato na área de negócios do mercado brasileiro, a vice-presidência Comercial e de Varejo será extinta", afirmou a BRF, em comunicado.

Luiz Lissoni, que ocupava o cargo, deixará a empresa.



Fonte: Reuters Brasil

A Sorte dá Muito Trabalho: O percurso de 23 CEO

Livro

Título: A Sorte dá Muito Trabalho: O percurso de 23 CEO portugueses
Autor: Fernando Neves de Almeida;Rute Sousa Vasco
Edição: Janeiro, 2012
Páginas: 159
Editor: Almedina

"O que pode ler nestas páginas é muitíssimo mais que um livro de gestão". - Nicolau Santos, Diretor-adjunto do Grupo Impresa - Jornal Expresso


Sinopse

Este livro mostra-lhe o percurso de 23 CEO portugueses. Todos eles subiram a pulso na carreira, conquistando o seu lugar pela via do mérito. Por onde começaram? O que têm em comum? O que nos podem ensinar? Rute Sousa Vasco conduziu as entrevistas, Fernando Neves de Almeida traçou o retrato psicológico do líder português.
Com estes 23 exemplos em mente, o leitor encontrará inspiração para o seu dia-a-dia e ideias valiosas sobre como alcançar o sucesso.

Os 23 CEO portugueses:
 
Ana Paula Moutela – Zara; António Bico – Zurich; António Casanova – Unilever; António Coimbra – Vodafone; António Reffóios – Nestlé; Bernardo Bairrão – TVI; Carlos Barros – Fujitsu; Cláudia Almeida e Silva – Fnac ; Diogo da Silveira – Açoreana; Eduardo Moradas – BES; João Costa –Matutano; João Leandro - Axa Portugal; Jorge Martins – Martifer; José Coelho – Zurich; José Joaquim Oliveira – IBM; José Serrano Gordo - BP Portugal; Luís Filipe Reis - Sonae SGPS; Luís Magalhães – Deloitte; Luís Paulo Salvado – Novabase; Mário Barbosa - McDonald’s; Melo Ribeiro – Siemens; Nuno Amado – Santander; Vítor Neves - Colep

Sobre os autores

Fernando-Neves-Almeida-BoydenFernando Neves de Almeida é Mestre em Gestão pela Universidade Católica Portuguesa e Country President da Boyden, empresa internacional especializada em head hunting para altos cargos. É coordenador executivo dos programas de relações humanas e estratégia organizativa da Universidade Europeia, nomeadamente do Executive Masters in People Management, conselheiro editorial da revista HR Portugal e conselheiro editorial da revista Marketeer. Docente Universitário e autor de vários livros e artigos sobre a temática da psicologia aplicada à gestão e aos recursos humanos em geral, é Presidente da Neves de Almeida Consultores, empresa especializada em Recursos Humanos e Mudança Organizacional.

Rute-sousa-vascoRute Sousa Vasco é jornalista, diretora editorial do Portal SAPO e partner da Videonomics. Como autora, tem desenvolvido vários trabalhos nas áreas de gestão, comunicação e responsabilidade social. Na vertente multimédia, tem-se dedicado a produção de conteúdos em temas de empreendedorismo, liderança e criatividade. Frequentou o curso de Relações Internacionais no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas e tem uma Pós-Graduação em Marketing pela Universidade Católica Portuguesa e uma Pós-Graduação em Televisão e Cinema pela mesma universidade.


Vídeo


Opinião do Portal da Liderança
 Este livro encontra-se dividido em duas partes, uma primeira que reúne as 23 entrevistas aos CEO portugueses, e uma segunda com os fatores de sucesso e o perfil psicológico do líder português.


Muitos destes CEO, embora líderes de grandes empresas portuguesas ou com forte projeção nacional, são desconhecidos do grande público e, em quase todos, até à edição deste livro desconhecidas as agruras do seu percurso e as muitas dificuldades que referiram ter enfrentado até atingirem o topo da liderança.

São incontáveis os preciosos conselhos que se obtêm com este livro, bem como a motivação para enfrentar as dificuldades inerentes quer ao percurso até ao topo, quer ao cargo em si. 

Como diz Ana Paula Mouta, Diretora-geral da Zara, “Escolher não é apenas decidir um caminho. Escolher é também deixar de fora todos os outros caminhos e todas as promessas de realização que possam encerrar.”

Já Cláudia Almeida e Silva, Diretora-geral da Fnac Europa do Sul, confessa que “Não há curso nenhum, não há formação nenhuma, aprende-se a cair e a levantar”.

E sabia que Carlos Barros, Diretor-geral da Fujitsu Portugal foi paquete, telefonista, funcionário de armazém, fez jornadas de trabalho que começavam às seis da manhã e terminavam às duas da madrugada e percorreu milhares de quilómetros como vendedor? Sorte ou trabalho? Como diz, “Aprendi a cada passo a ligação entre esforço e recompensa”.

Vários são os fatores de sucesso que são apontados e muito bem desenvolvidos, recheados de exemplos dos 23 líderes abordados na primeira parte e que permitiram traçar o perfil psicológico do líder português a partir dos fatores comuns que apresentavam e que estiveram e estão na base do seu sucesso. 

Entre eles encontramos o sentido do dever, a capacidade de entrega, de adiar o prazer, os empregos com exposição a quem decide, entre outros.

Trata-se de um livro rico e precioso em lições de resiliência e liderança de quem trabalhou arduamente e com convicção e alcançou o sucesso que muitos atribuem ao fator “sorte”, e que lhe permite identificar os talentos que deve cultivar para atingir o sucesso.

Um pouco de “sorte” ajuda, claro, mas sem trabalho não é possível atingir e manter o sucesso.

Guebuza credencia embaixadores em Moçambique


A Geórgia é primeira vez que acredita um embaixador em Moçambique.

Armando-Guebuza-Moçambique
O Presidente da República, Armando Guebuza, recebeu ontem em Maputo, as cartas credenciais dos embaixadores da Noruega, Mette Masst; do Canadá, Shawn G. Barber; da República Árabe Saharaui Democrática, Chej Ahmed El-Hba Uadadi; da Finlândia, Seija Toro; da Hungria, Béla László; da Nova Zelândia, Richard Stuart Mann; da Tunísia, Mohamed Fathel Ayari; e da Geórgia, Beka Dlavi.

O ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Baloi, referiu no final do evento que os encontros mantidos com os novos embaixadores foram marcados pela componente económica e pelo investimento privado.

No caso concreto da Noruega, o ministro disse que a nova embaixadora aponta como desafios a manutenção do ritmo de investimentos e uma maior atenção aos novos desafios para incrementar a qualidade da cooperação entre ambos os países.

Segundo Baloi, o Canadá é um parceiro que tem relações de cooperação já consolidadas com Moçambique. Numa conversa que o embaixador daquele país manteve com o ministro moçambicano, revelou que o Canadá é o maior operador de gás natural e petróleo em África e indicou que é um potencial que não está a ser devidamente explorado em Moçambique. Assim, um dos maiores desafios é colocar Moçambique na mesma lista dos parceiros dos países em África que operam com o Canadá nesse domínio.

Quanto à República Árabe Saharaui Democrática, por ser um país que ainda luta pela reivindicação e parte do seu território, Baloi afirmou que este país pretende que Moçambique continue com o apoio que lhe tem prestado.



Fonte: O País

Nova procuradora provincial junto da DPIC em Malanje


Lina Kaloyas é a nova procuradora angolana de Malanje junto da direção provincial de investigação criminal (Dpic), apresentada terça-feira, nesta cidade, aos funcionários dos órgãos de magistratura na região.

Angola
A apresentação foi feita pelo Procurador-geral adjunto da república e acompanhante da Procuradoria-Geral da República à província de Malanje, João da Cunha.

Falando à imprensa no final da apresentação, o Procurador-Geral adjunto referiu que a nomeação da procuradora provincial junto da DPIC irá ajudar na resolução dos problemas que preocupam a província no quadro da magistratura, sobretudo no que concerne a instrução processual.

Segundo João da Cunha, a par da procuradora ora apresentada, o conselho superior da magistratura do ministério público, nomeou também uma outra magistrada para a província de Malanje, que será apresentada em Janeiro próximo.



Fonte: AngolaPress

Elísio Freire reeleito líder parlamentar do MpD


O deputado e vice-presidente cabo-verdiano do MpD, Fernando Elísio Freire, foi reconduzido no cargo de líder do Grupo Parlamentar do MpD. Numa eleição muito renhida, Freire venceu José Filomeno por apenas dois votos dos deputados votantes.

Elísio-Freire-mpd
É mais um teste por que passa a nova liderança do MpD encabeçada por Ulisses Correia e Silva e da qual Freire é vice-presidente.

Mesmo quando parecia um jogo ganho, toda a nova direção do MpD teve de se envolver na campanha que há muito ultrapassou os muros do parlamento. Jorge Santos, Janine Lélis e o próprio Ulisses entraram de cabeça nessa luta que tinha do outro lado da barricada o próprio Carlos Veiga e Humberto Cardoso.

José Filomeno apostou nesta tentativa de "mudança" na Direção do Grupo por considerar que Freire está há demasiado tempo no lugar, o que viola os próprios princípios da democracia.

Os apoiantes de Freire tiveram de recorrer à velha estratégia política dos contatos diretos para travar esta investida.

  • Entrevista de Ulisses Correia e Silva ao Portal da Liderança


Fonte: A Semana

Liderança empresarial no feminino: 6 Mulheres de poder partilham os seus segredos para o sucesso

Provavelmente conhece poucas mulheres que ocupam elevados cargos de liderança. O equilíbrio entre géneros nos cargos de liderança ainda é uma meta a atingir, mas muitos são já os exemplos de mulheres que ascenderam e são hoje número um nas suas organizações.

Laura Katen, também ela empresária e líder, reuniu no The Daily Muse os segredos para o sucesso que seis líderes femininas de destaque partilharam consigo. Estas partilharam as suas viagens, os seus percursos de carreira e os conselhos que poderão ajudá-lo na senda pelo topo da liderança.

  • Kathleen Tierney

Kathleen-TierneyRecrutada assim que saiu da faculdade para trabalhar na Chubb Insurance, Kathleen Tierney aprendeu rapidamente que podia distinguir-se ao voluntariar-se para projetos e ao implementar ideias. A sua estratégia resultou e após ter trabalhado em diversas unidades de negócio, é hoje Vice-Presidente Executiva e Chief Operating Officer. É também a primeira mulher a gerir uma unidade de negócio naquela organização.

Defina um grande líder. Quais as caraterísticas que tem um grande líder?

“Os líderes precisam de competências pessoais, competências organizacionais e da capacidade para fazer boas perguntas, mesmo que não saibam as respostas às mesmas. Os grandes líderes são capazes de ver as tendências que as outras pessoas não conseguem discernir, de ver a grande imagem, de fazer perguntas, de estabelecer um objetivo e de fazer com que as pessoas tenham o mesmo objetivo comum, e de celebrar o sucesso ou de repensar e reformular rapidamente.” 

Que estratégias podem ajudar as mulheres a conseguir papéis mais proeminentes nas suas organizações?

“Nunca haverá um momento certo para falar, partilhar uma ideia ou arriscar. Aproveite um momento. Não deixe que pensamentos do género “Acho que não estou preparado” se coloquem no seu caminho. Veja se tem as principais competências ou a oportunidade passará por si. Não deixe que ser perfeito se coloque no caminho do ser muito, muito bom.”  

Partilhe uma das lições de liderança que aprendeu na sua carreira.

“Se cometer um erro, admita, peça desculpa e ande para a frente. Não rumine. Aprecie o feedback e pense “O que posso fazer com isso?” Se não está cometer erros, pode não estar a fazer algo interessante.” 

  • Nita Lowey

Nita-LoweyDepois de uma carreira no ativismo local, político e nos governos dos Estados e ao nível local, Nita Lowey é congressista do Congresso Americano desde 1989. É democrata sénior no Comité de Apropriaçõesda Câmara e foi a primeira mulher do Comité a liderar qualquer um dos partidos.

Defina um líder político.  Quais as características de um grande líder?

“Alguém que é eficaz a conseguir prioridades. Um líder eficaz deve também entender a capacidade única que os oficiais eleitos têm para influenciar a política, o que ajuda a melhorar a vida dos outros.”

Que estratégias podem ajudar as mulheres a conseguir papéis mais proeminentes na política?

“Para as mulheres que estão desejosas de entrar no serviço público, penso que devem lembrar-se que as experiências como mulher, mãe, filha, esposa e principal educadora, bem como funcionária, mulher de negócios e líder de comunidade, nos tornam qualificadas para lidar com os potenciais problemas de serviço público que as nossas famílias enfrentam.”

  • Ruth Mahoney

Ruth-MahoneyRuth Mahoney estava muito confortável no ramo bancário. Na verdade, nunca concordou com a noção de que era um “mundo para os homens”. Subiu nos rankings do seu ramo e é hoje presidente do KeyBank Hudson Valley/Metro NY District, onde supervisiona as operações de dúzias de bancos regionais e de centenas de funcionários.

Defina um grande líder. Quais as caraterísticas de um grande líder?

 “Trabalhar ao lado da sua equipa e ser um bom decisor. Alguém em quem podem confiar, que assume as responsabilidades e que trabalha bem com as pessoas.”

Que estratégias podem ajudar as mulheres a conseguir papéis mais proeminentes nas suas organizações?

 “Decida qual a sua carreira e seja específico e focado. Seja um aluno no negócio, ou seja, compreenda todos os ângulos. Precisará de perspicácia e de técnica negocial para desempenhar um papel de sucesso. Procure informação até saber mais sobre o que requer a posição de emprego que pretende. É também importante atingir e exceder todas as expetativas do seu papel. Faça com que as suas aspirações sejam conhecidas, esteja aberto ao feedback e faça alguma coisa com esse mesmo feedback. Trabalhe para ter as competências que precisa para conseguir essa posição.”

  • Donna Frosco

Donna-FroscoA área legal é notária por ter poucas mulheres no topo. Donna Frosca é uma das poucas bem-sucedidas. Tendo sido a primeira sócia mulher na sua firma, Keane & Beane, P.C., Donna fundou a propriedade intelectual e a área de prática tecnológica. Também é presidente do Women’s Bar Association, no Estado de Nova Iorque.

Quais as caraterísticas que entende que um grande líder tem?

 “As competências são essenciais. Seja mestre no assunto em que lidera. Deve ter também a capacidade para comunicar claramente e conseguir ajustar a sua comunicação em função dos indivíduos ou grupos aos quais está tentar chegar. E tenha iniciativa. Curiosidade voraz, aprendizagem rápida e ouvir bem (o que está a ser dito e o que não está a ser dito, que é bem mais importante).”

Que estratégias podem ajudar as mulheres a conseguir papéis mais proeminentes nas suas organizações?

 “Defenda-se, sem ser demasiado agressiva, e rodeie-se de boas pessoas. Estabeleça relacionamentos com pessoas que respeita e admira e com quem encontra algo em comum. Uma rede de apoio também é uma chave para o sucesso.”

  • Barbara Cerf

Barbara-Cerf-Womens-MarketAo ter crescido numa família financeiramente modesta, os pais de Barbara Cerf disseram-lhe que não podia ir para a universidade. Mas esta foi inflexível e conseguiu tudo o que tinha definido na sua mente. E compensou, sendo hoje a vice-presidente Corporativa da Women’s Market na New York Life.

Quais as caraterísticas que acha que um grande líder tem?

 “Os grandes líderes são inovadores. Veem para as coisas de forma diferente e ensinam-nos a também o fazer. São enérgicos, veem a imagem global, têm grande clarividência e compreendem as pessoas e os negócios. São pessoas com ética, com integridade e honestas, e são bons tomadores de decisões.”

Que conselhos daria às mulheres que anseiam por chegar a posições de liderança?

“Faça-o. Sonhe-o e faça-o. Aprenda como e quando dizer não e a delegar. Aproveite o que está a fazer e certifique-se de que se está a divertir. E não tenha medo de trazer novas ideias à luz do dia, mas respeite as outras pessoas.”

  • Stacy Musi

Stacy-MusiStacy Musi é cinturão negro no karaté e vive segundo um dos seus ditados preferidos: “Sete vezes para baixo, oito vezes para cima.” Como diretora da Chadick Ellig Executive Search Firm, o seu compromisso com este mantra de concentração, tenacidade e persistência tem sido o seu segredo para o sucesso.

Defina um grande líder. Quais as caraterísticas que acha que um grande líder tem?

 “É importante ser respeitado e pode consegui-lo ao ser credível. Saiba do que está a falar, trabalhe arduamente, estabeleça expetativas apropriadas e não tenha medo de se expor.”

Partilhe uma das lições de liderança que aprendeu pelo caminho.

“Escolha as suas batalhas. Deve estar disposto a ir ao chão, mas não por tudo. Escolha o que é importante e pergunte-se “Irá ajudar-me ou prejudicar-me?” Dê um passo atrás, pense e faça a sua escolha.”


Fonte: The Daily Muse


Laura-KatenLaura Katen é presidente da Katen Consulting, com sede em Nova Iorque.

 

 

Pedro Pires embaixador da ONU para Terras Áridas


A Convenção das Nações Unidas para a Luta contra a Desertificação (UNCCD) nomeou o ex-presidente cabo-verdiano Pedro Pires como embaixador da organização para as Terras Áridas, indicou a fundação do antigo chefe de Estado.

Pedro-Pires-Cabo-Verde
Numa nota, em que apresenta também o comunicado da UNCCD, a Fundação Pedro Pires adianta que o ex-presidente cabo-verdiano (2001/11) aceitou a nomeação.

"A gestão sustentável da Terra, em particular na luta contra a desertificação, degradação e seca são grandes prioridades de África", disse Pedro Pires, citado no comunicado da UNCCD.

Segundo Pedro Pires, a missão do secretariado da organização é uma "fonte de esperança" para um "vasto conjunto de países", que necessitam de implementar um programa de ação "efetivo e com sucesso".

O antigo presidente cabo-verdiano, retirado da política ativa em 2011, defendeu ser necessário, doravante, promover a gestão sustentável da terra, sobretudo num contexto da Agenda de Desenvolvimento a defender pelas Nações Unidas após 2015, ano em que serão avaliados os resultados dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), definidos em 2000.

Os embaixadores da UNCCD para as Terras Áridas são escolhidos por dois anos, renováveis, para desempenhar funções específicas em prol do desenvolvimento sustentável da terra.

Entre outros, a UNCCD já teve como embaixadores para as Terras Áridas o antigo diretor-geral do Centro Agroflorestal Mundial, Dennis Garrity, o economista Jeffrey Sachs, ambos norte-americanos, a cantora gospel sul-africana Deborah Fraser e a miss Universo 2012, a angolana Leila Lopes.

  • Veja a entrevista de Pedro Pires ao Portal da Liderança

Em 2011, Pedro Pires venceu o Prémio Mo Ibrahim para a Liderança e Boa Governação em África, em reconhecimento do papel desempenhado na transformação de Cabo Verde num modelo de democracia, estabilidade e crescente prosperidade.

Pedro Verona Rodrigues Pires, de 79 anos, um dos artífices da luta pela independência de Cabo Verde e da Guiné-Bissau, nasceu a 29 de Abril de 1934 em São Filipe, na ilha cabo-verdiana do Fogo, e, além de presidente, foi Primeiro-ministro entre 1975, data da independência, e 1991, ano das primeiras eleições multipartidárias da história do país.



Fonte: AngolaPress

Oswaldo Pedrosa presidente da Pré-sal Petróleo


Oswaldo Pedrosa, ex-diretor da atual presidente da Petrobras, foi anunciado como o presidente da Pré-sal Petróleo (PPSA), empresa estatal brasileira criada para representar a União nos consórcios que farão a exploração das áreas do pré-sal sob o regime de partilha.

Oswaldo-Pedrosa
Considerado um executivo experiente pelo setor do petróleo, com 25 anos de trabalho na Petrobras, Oswaldo Pedrosa chegou a ser superior de Maria das Graças Foster na estatal, antes de esta assumir a presidência da empresa.

Formado em engenharia de Petróleo na Bahia, fez carreira no Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes), laboratório no qual a Petrobras investe em tecnologia de ponta.

Oswaldo Pedrosa deixou a Petrobras para assumir a direção de Desenvolvimento de Produção da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

"Ele é muito atuante, experiente, conhece a indústria toda, não entende só da grande, mas também das pequenas empresas, conhece a fundo exploração e produção de petróleo", afirmou Paulo Buarque, especialista do setor que trabalhou ao lado de Pedrosa na ABPIP, associação que reúne as empresas independentes de petróleo no Brasil.



Fonte: Brasil Reuters

Apple aponta CEO da Burberry para vice-presidente


Angela Ahrendts, de 53 anos, até agora presidente executiva da Burberry, será a nova vice-presidente executiva da Apple.

Angela-Ahrendts
Ahrents irá ficar encarregue das lojas físicas e online da Apple, um cargo novo na empresa e que reportará diretamente de Tim Cook, presidente da Apple.

Em comunicado de imprensa, Tim Cook adianta que Angela Ahrendts "tem demonstrado ser uma líder extraordinária ao longo da sua carreira".

Ahrendts trabalhava na Burberry desde 2001, tendo nos últimos seis anos ocupado o cargo de presidente executiva da empresa.

Os analistas atribuem a Ahrendts a transformação da Burberry, com a marca a posicionar-se no segmento de luxo.

Para substituir a mais nova contratação da Apple, a Burberry escolheu Christopher Bailey, atual diretor criativo da empresa.



Fonte: Económico  e Apple

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