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José Armando Duarte: Cabo Verde precisa mais do que nunca de investimentos

Em entrevista ao Portal da Liderança, José Armando Duarte, Presidente da Cabo Verde Investimentos e Embaixador no Kuwait, nos Emirados Árabes Unidos e no Qatar, confessa que "Temos uma carteira de projetos muito entusiasmantes até 2014" e que têm "estado a apostar em transformar e adaptar a instituição aos novos tempos". 

Portal da Liderança (PL): Enquanto Presidente da Cabo Verde Investimentos, qual a sua maior aposta até ao momento?

Temos estado a apostar em transformar e adaptar a instituição aos novos tempos.”

PL: Quais as caraterísticas de liderança fundamentais para se ser bem-sucedido em Cabo Verde? 

Para liderar em Cabo Verde é preciso capacidade, presença de espírito, mas sobretudo ter uma perceção do mundo e das coisas.”

PL: Que conselhos dá aos empresários que desejam investir em Cabo Verde? 

As escalas dos potenciais investimentos têm de ser profundamente estudadas e, para isso, têm de conhecer a realidade das ilhas.”

PL: O que espera conseguir com a sua liderança para Cabo Verde? 

Conseguir uma instituição moderna, capaz de ombrear com qualquer instituição no mundo.”

 


Jose-Armando-Duarte-CVJosé Armando Duarte é Presidente e CEO da Cabo Verde Investimentos desde 2011 e Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário de Cabo Verde (não residente) no Kuwait, nos Emirados Árabes Unidos e no Qatar desde 2007. Anteriormente tinha sido Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário de Cabo Verde em França e delegado permanente do país junto da UNESCO em Paris (2003 a 2011). Entre 2001 e 2002 foi Ministro do Turismo, Comércio e Energia de Cabo Verde, entre 1999 e 2001 Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário de Cabo Verde em Angola e entre 1997 e 1999 Conselheiro Político e Diplomático do Secretário Executivo da CPLP. José Armando Duarte ingressou na carreira diplomática de Cabo Verde em 1983, tendo representado o país em inúmeras missões internacionais quer ao nível bilateral quer multilateral. É formado em negociações de investimento estrangeiro internacional pelo Law Institude de Washington, EUA, e em relações internacionais e diplomacia pelo instituto Rio Branco de Brasília, Brasil.

 

Empreendedores e investidores em Portugal


Eran Ben-Shushan da Bizzabo, Filipe Continentino da WeDemand e Paddy Cosgrave, Curador da Web Summit, o surfista Garrett McNamara, o austronauta da ESA Jean-François Clervoy, e mais de 600 empreendedores e investidores de todo o mundo irão reunir-se em Lisboa no Explorers Festival.

Explorers-Festival
A Beta-i, Associação sem fins lucrativos com a missão de inovar o empreendedorismo, promove de 1 a 8 de Novembro o Explorers Festival em Lisboa.

O Explorers Festival consiste num evento de empreendedorismo que decorrerá durante uma semana, em que os participantes poderão partilhar conhecimento e ideias, explorar ferramentas de negócio e encontrar a inspiração que necessitam para fazer vingar o seu projeto numa economia competitiva. Este é composto por três eventos principais: o Explorers Bootcamp (treino intensivo de liderança coordenado pela Marinha Portuguesa), o Explorers Toolbox (que possibilita o teste e acesso a todas as ferramentas e soluções necessárias a empreendedores) e a grande Explorers Conference.

O Explorers Festival contará também com a participação de oradores convidados da Google, Dropbox, Windows Azure, Podio, Konica Minolta, HP, Sage, entre outros.

Pedro Rocha Vieira, Presidente da Beta-i, sublinhou que “O Explorers Festival é o evento obrigatório para todos os atuais e futuros empreendedores. Desde a empreendedores que venderam a sua startup à Google e à Amazon, até profissionais da agência criativa IDEO (quem fez o design para a Apple durante vários anos), passando por exploradores natos como o Garrett McNamarra, o Explorers Festival traz as ferramentas, inspiração e conhecimento que empreendedores e empresários necessitam para vingar no mundo competitivo e global de hoje em dia. Já temos presentemente mais de 400 bilhetes vendidos e mais de 20 países representados. Este é mais um claro exemplo de que Lisboa está a tornar-se cada vez mais um startup hub na Europa, atraindo empresas e empreendedores de países tão longínquos como Estados Unidos, Bulgária, Índia e Nigéria, entre outros. Contamos ter, no total, mais de 600 participantes de todo o mundo a discutir e a promover o empreendedorismo em Portugal e na Europa”.

Saiba mais informações sobre o Explorers Festival.

CFO da Vodafone deixa empresa no próximo ano


A britânica Vodafone comunicou que o seu vice-presidente financeiro Andy Halford deixará o grupo em 2014, após a conclusão do acordo de 130 bilhões de dólares da empresa da venda do negócio do wireless nos Estados Unidos à Verizon Communications.

Andy-Halford-Vodafone
Depois de quase nove anos no cargo, a Vodafone anunciou que Halford quer deixar a empresa até março de 2014, complementando que este será substituído por Nick Read, atual presidente-executivo regional para a região da África, Oriente Médio e Ásia-Pacífico.

Read, que também atuou como presidente-executivo do Reino Unido do grupo, será nomeado como vice-presidente financeiro designado do grupo a 10 de janeiro, passando a integrar a direção em abril, segundo a Vodafone.

Halford ingressou na empresa em 1999 e foi nomeado vice-presidente financeiro da Verizon Wireless, a joint venture nos EUA da Vodafone com a Verizon, em 2002. Halford foi nomeado para a direção como vice-presidente financeiro do grupo em 2005.

A Verizon acordou pagar 130 bilhões de dólares por 45% da Vodafone no negócio wireless nos EUA, tendo assinado o terceiro maior acordo corporativo da história que acaba com 14 anos de parceria entre as duas empresas.

Read será substituído no seu papel regional por Serpil Timuray.



Fonte: Brasil Reuters

10 Perguntas a fazer antes de expandir internacionalmente

A internacionalização é hoje um objetivo para quase todas as empresas e seus líderes. Mas a decisão de expandir internacionalmente, para que mercados, com que produtos ou serviços, com que colaboradores e parceiros, entre outros, envolve muitas decisões difíceis e um conjunto considerável de riscos.

Mercados como a China, a Índia, Angola ou o Brasil, são muito apetecíveis às organizações, mas estas podem estar a ponderar aventurarem-se nestes países sem estarem totalmente preparadas para tal, pelo menos para o fazerem com o menor grau de risco possível. 

"Muitas empresas são rápidas demais a expandir” diz Jon Fjeld, diretor executivo do Centro de Empreendedorismo e Inovação na Universidade de Duke. “Embora vender internacionalmente aumente o alcance da sua empresa”, diz Fjeld, “não quer internacionalizar demasiado cedo e utilizar os recursos de que precisa para continuar a crescer no seu mercado doméstico”.

Alina Dizik aponta 10 perguntas-chave que deve fazer antes de apostar na internacionalização da sua empresa:

  • Construí uma fundação sólida em casa?

“Certifique-se que o seu negócio é estável no dia a dia antes de procurar mercados internacionais”, diz Fjeld. Por exemplo, deve determinar se o seu negócio funcionaria bem na sua ausência. As empresas também, “precisam de uma distribuição que funcione bem o suficiente, por forma a não terem que se concentrar constantemente nisso”, diz Fjeld.

  • Tenho a força diretiva para uma expansão internacional?

Terá que nomear dois ou três colaboradores seniores para o seu esforço internacional. Por isso, terá que determinar se pode mudar as pessoas das suas responsabilidades atuais, bem como se têm ou se podem desenvolver rapidamente as competências necessárias para as vendas e o marketing internacionais. “No mínimo, irá necessitar de alguém que se responsabilize pela parte de vendas de exportação”, diz Tom Moore, vice-secretário assistente de operações internacionais do Serviço Comercial dos EUA, o braço da promoção comercial, em Washington D.C.

  • Irei encontrar o talento de que preciso noutro país?

Se optar por expandir, encontrar talento local pode ser um desafio. Alguns países não têm os trabalhadores com as competências suficientes que as empresas necessitam. Estará também a competir com outras empresas já estabelecidas, que sabem onde encontrar o talento e como recrutar candidatos locais. Uma fonte potencial são as instituições de educação locais, como programas de engenharia e escolas de negócios.

  • Como é que nos vamos adaptar à cultura local?

“Alguns países, como a França e o Japão, esperam que as empresas se adaptem à sua cultura”, diz Carl Theobald, o CEO da Avangate em Redwood City, Califórnia. Isso pode significar personalizar o seu produto ou serviço de modo a corresponderem aos gostos dos consumidores locais. No mínimo, terá que passar a sua mensagem de marketing na língua local e certificar-se que o seu significado é traduzido corretamente.

  • Compreendo as implicações culturais no processo de vendas?

“Negociar algo no estrangeiro pode ser uma experiência muito diferente daquela a que está habituada”, diz James Hunt, professor adjunto de empreendedorismo na McDonough Business Scholl da Universidade de Georgetown. “Algumas culturas têm dificuldade em dizer “Não, não estamos interessados” a um produto ou serviço, o que significa que pode ser um processo longo e caro, sem nunca fazer uma venda.” “Este tipo de comportamento é frequente na China e no Médio Oriente”, diz Hunt. “Para evitar este problema, procure clientes que tenham comprado itens ou serviços similares no passado”, diz Hunt. E, às vezes é melhor acabar com a conversa, se esta for demasiado longa. 

  • Avaliei a concorrência local?

Compreender os seus concorrentes no estrangeiro pode mostrar-lhe como e se deve expandir. Mas muitas empresas não arranjam tempo para ver se já estão disponíveis produtos ou serviços similares no mercado para o qual se está a pensar em expandir, e o que seria necessário oferecer para conseguir competir com sucesso. Passar algum tempo no estrangeiro e falar com potenciais clientes pode ajudar a evitar erros caros.

  • Preciso de um parceiro internacional?

“Para muitas empresas, é importante encontrar um parceiro local quando se expande internacionalmente”, diz Moore. Os parceiros podem facilitar as vendas, enquanto se mantêm os custos baixos no escritório principal. “Criar uma parceria leva tempo, geralmente, um ano ou mais, e requer muitas diligências para encontrar o parceiro certo”, diz Moore. O Serviço Comercial dos EUA oferece um serviço de parcerias, em que ajuda empresas americanas a encontrar parcerias internacionais no estrangeiro adequadas a cada uma. 

  • Sou financeiramente capaz de sustentar uma expansão internacional?

Expandir internacionalmente requer um período tipo startup, que é mais longo do que muitos empresários preveem. “Tem que estar à espera de perder dinheiro durante algum tempo”, diz Fjeld. Por isso, tem que ter, não só, o capital suficiente para fazer o investimento inicial, como também deve ter um plano financeiro de longo-prazo para esse lugar, diz Fjeld. Provavelmente terá que atualizar o seu plano para refletir sobre as receitas e os custos reais à medida que vai crescendo neste novo mercado. “Não é algo que vá gerar imediatamente lucro. Tem que estar lá para o longo-prazo”, diz Moore.

  • Onde está o potencial para a burocracia?

Expandir para além do mercado doméstico pode significar papelada extra, especialmente caso lidere uma empresa médica ou tecnológica. Com tantos regulamentos à volta das exportações, é importante compreender o que é necessário para a sua empresa em particular antes de tentar expandir no estrangeiro. “As empresas de equipamento médico, por exemplo, precisam de documentos adicionais, como da entidade nacional que regula os produtos que comercializa”, diz Moore. “As empresas de tecnologia poderão necessitar uma licença de exportação.”

  • Devo simplesmente expandir a minha presença online?

Para algumas empresas com sites fortes, poderá não ser necessário criar uma presença física no estrangeiro. É possível que esta seja capaz de oferecer a expedição internacional e aumentar as opções de pagamento sem os problemas das taxas. “Vender online através de um parceiro de e-commerce com capacidades internacionais é mais fácil e mais barato do que criar uma presença local”, diz Theobald. No entanto, em alguns mercados terá que desenvolver sites noutras línguas e de aceitar a moeda local. Os consumidores online “irão comprar mais se a experiência estiver na sua língua e na sua moeda”, diz Theobald.

Fonte: Entrepreneur


Alina DizikAlina Dizik, jornalista e escritora de Nova Iorque, publica frequentemente no Wall Street Journal, iVillage, More magazine, The Knot, BusinessWeek e no Financial Times.

Tim Brown: Na IDEO gostamos de resolver novos desafios e é isso que nos motiva

Tim Brown, CEO e Presidente da IDEO, em entrevista à Yale School of Management,  refere que "na IDEO temos uma cultura emergente, onde as pessoas têm sempre novas ideias" e que “se queremos inovar temos que arriscar e para arriscar temos que ter um nível de confiança dentro da organização”.

Do que é que as organizações precisam para inovar?

Qualquer organização que quer inovar, que quer estar preparada para inovar, tem que ter algumas coisas. A primeira e a mais importante são  deter métodos para ter uma mente aberta. Um senso de questionamento, de curiosidade é essencial para a inovação e a maneira mais rápida de remover essa curiosidade, na minha opinião, é tendo organizações que olham demasiado para dentro. Não passam o tempo o suficiente no mundo, em particular com os clientes, com as pessoas que gostavam que fossem clientes ou talvez no mundo onde eles gostavam de ter clientes. Mas um senso de curiosidade, uma abertura de mente, um senso de empatia pelo mundo, pelas pessoas que têm problemas que está a tentar resolver, isso é essencial.

A segunda coisa importante é a capacidade para criar espaços onde a confiança pode acontecer, onde se podem tomar riscos. Na nossa visão operacional do mundo temos a tendência para tentar atenuar e retirar o risco. Mas se queremos inovar temos que arriscar e para tal temos que ter um nível de confiança dentro da organização, porque as pessoas são penalizadas pelo fracasso, especialmente pelo fracasso que é mais útil, aquele em aprendemos mais. Sem isso não irão tentar, e nesse caso não haverá inovar.

Que tipo de conhecimento é que a IDEO tem internamente? 

Tim-Brown-ideo-2Temos uma ampla gama de setores, de indústrias com que trabalhamos, de problemas de design e de inovação que tentamos resolver. A forma como gostamos de pensar nisso é que temos o conhecimento de como inovar e que nos juntamos ao cliente que tem o conhecimento sobre a indústria. Nós temos aquilo a que chamamos “mente de principiante”. Temos uma mente aberta às possibilidades e isso pode ser útil. No entanto, nem sempre o é e algumas vezes também é importante ter o conhecimento. Existem, com certeza, algumas indústrias como a de cuidados de saúde por exemplo, onde isso se aplica. Os serviços financeiros são outro setor onde temos feito muito trabalho e onde temos construído algum conhecimento ao longo dos anos e em que tentamos mobilizar esses conhecimentos dentro da organização da melhor forma possível. Mas estamos dependentes do valor de ter uma mente aberta quando abordamos uma nova questão. Talvez seja a razão pela qual somos bem-sucedidos a trabalhar em várias indústrias diferentes. Também somos insaciáveis na procura de novos problemas para resolver e temos muitas organizações criativas, como um distúrbio de deficit de atenção severo, portanto gostamos de trabalhar em coisas diferentes, gostamos de resolver novos desafios e é isso que nos motiva.

O que pensa dos papéis da intuição e da análise no processo criativo?

O processo criativo não é o que as pessoas pensam que é, ou seja, totalmente intuitivo. A intuição é o resultado de grandes quantidades de input, certo? E para que esse input seja útil, tem que haver algum tipo de reconhecimento, o que significa algum tipo de análise. Não é necessariamente uma análise numérica, mas olhamos para muitas pessoas, fazemos muita investigação etnográfica, por exemplo, muita antropologia. Não é uma análise numérica, mas reune muita informação, e é essa informação que juntamos para formar a intuição de uma equipa criativa. Acredito que como seres humanos ainda somos relativamente capazes de o fazer. Por outras palavras, as máquinas ainda não são capazes de sintetizar grandes quantidades de informação e fazer o que nós pensamos que são saltos intuitivos de criatividade. O que estamos a fazer é apenas sintetizar muita informação e chegar a um ponto de vista, e é aí que o salto criativo acontece. Obviamente que essa é a recompensa do processo criativo. Mas se não a alimentar com muita informação, então, no meu ponto de vista, será raro conseguir esse interessante salto criativo.

Como CEO, como é que faz para que a sua organização continue a inovar?

Tim-Brown-ideo-3Tenho muita empatia pelos clientes, porque vi que ao gerir uma organização é muito difícil continuar sempre a inovar em todas as áreas. Na IDEO temos uma cultura emergente, onde as pessoas têm sempre novas ideias. Somos definitivamente mais uma organização com 1000 flores a florescer do que motivada pelo topo, onde vamos inovar agora aqui e depois ali. O meu trabalho é tentar ajudar e encorajar a fazer um reconhecimento de patentes em todas as coisas e em tentar imaginar onde podemos focar os nossos recursos. Mas penso que o que mais tento fazer é encorajar as pessoas para se lembrarem de fazer as mesmas perguntas criativas sobre o nosso próprio processo, como fazemos com os nossos clientes. É mais fácil dizer do que fazer. E tem que se ter tempo para isso. Tem que se lembrar que, como qualquer organização, se tiver uma mentalidade operacional, onde estamos apenas a fazer o trabalho, é fácil esquecer a inovação. Na IDEO colocamos recursos de lado para que as equipas trabalharem em algo, apenas porque estão interessados em aprender sobre isso, e não necessariamente porque o cliente está a pagar. Por isso, fazer I&D próprio, mesmo numa organização inovadora, é importante.

O vídeo da entrevista.

 


Tim-Brown-ideo-1Tim Brown é presidente e CEO da IDEO, sendo orador habitual sobre design thinking e inovação para líderes empresariais de todo o mundo. Designer industrial de formação, ganhou números prémios de design, tendo tido a sua obra exposta na Axis Gallery, Tóqui, no Design Museum de Londres e no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. Tim Brown é consultor de executivos de empresas da Fortune 100 e membro da administração do Mayo Innovation Advisory Council e do Advisory Council of Acumen Fund. É autor do livro “Change by Design”.




 

Presidente de Moçambique condecorado no Uganda


Trata-se da mais alta distinção atribuída aos chefes de Estado do Uganda. Na ocasião, Yeweri Museveni, estadista ugandês, justificou a distinção com o contributo político de Armando Guebuza no continente africano.

Armando-Guebuza-Uganda
Mas não foi somente o Presidente da República que foi condecorado na tarde de ontem em pleno Rukungiri District Stadium.

Armando Guebuza foi o primeiro a ser convidado ao pódio, pelo seu homólogo ugandês, Yeweri Museveni, numa ação antecedida pela apresentação da biografia de Guebuza.

A medalha, denominada Ordem Excelente da Pérola de África, é, na verdade, a mais alta distinção atribuída aos chefes de Estado no Uganda.

Para o efeito, Yeweri Museveni, no poder desde 1986, justificou a condecoração como reconhecimento do papel ímpar desempenhado pelo estadista moçambicano na política do continente africano, fortalecido durante a sua presidência no bloco regional da Comunidade dos Países da África Austral  (SADC) e na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).



Fonte: O País

Meira Soares, Presidente da CNAES, demite-se


Meira Soares, à frente da CNAES há 15 anos, explica as razões na carta “A miséria global do Governo”.


Virgílio-Meira-Soares-CNAESO presidente da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior (CNAES), Virgílio Meira Soares, apresentou a sua demissão em protesto contra atual política do Governo.

Com esta decisão, Meira Soares abandona a estrutura que define anualmente as regras do concurso de acesso ao ensino superior e que liderava há 15 anos, desde a data em que foi criado.

Também Jorge Araújo, outro dos representantes do Conselho de Reitores (CRUP) na CNAES, deixaram o cargo, apurou o Económico.

A Renascença disponibilizou a carta de Meira Soares para consulta.



Fonte: Económico

McDonald's nomeia novo CEO para a Alemanha


O McDonald's nomeou um novo presidente-executivo para as suas operações na Alemanha, segundo a Reuters, na altura em que a maior rede de restaurantes do mundo enfrenta uma queda nos gastos dos consumidores na Europa.

Holger-Beeck-McDHolger Beeck, de 54 anos, atualmente vice-presidente de operações, assumirá no fim de novembro o posto ocupado por Bane Knezevic, que quis deixar o cargo de presidente-executivo após oito anos. Knezevic, de 48 anos, continuará ativo na empresa.

A Alemanha é o quarto maior mercado do McDonald's com 3,2 bilhões de euros (4,3 bilhões de dólares) em vendas. O seu desempenho tem sido fraco em trimestres recentes, com a empresa perdendo terreno para rivais como a rede Burger King.

As vendas líquidas na Alemanha subiram 1,6 por cento no ano passado, o crescimento mais fraco desde 2004. 


Fonte: Reuters

Presidente da EDP Distribuição lidera EDSO


João Torres, presidente do conselho de administração da EDP Distribuição, foi eleito presidente da EDSO - European Distribution Systems Operators Association for Smart Grids.

Joao-Torres-EDP-EDSO
Este organismo, que agrega os operadores de rede de distribuição de eletricidade, tem por objetivo potenciar o desenvolvimento das redes inteligentes.

Na reunião realizada em Barcelona, além do gestor do grupo EDP, foram também nomeados para vice-presidentes os CEO da italiana Enel Distribuição, da espanhola Iberdrola e da francesa ERDF.

A EDP Distribuição realça, em comunicado, que a aposta nas redes inteligentes "é hoje um eixo fundamental da política energética europeia com objetivos exigentes na redução de emissões, na eficiência energética, na integração das energias renováveis e num papel mais ativo dos consumidores finais".

O grupo português lançou em 2007 o projeto Inovgrid, cujo principal rosto é o trabalho realizado na cidade de Évora.

A EDSO tem sede em Bruxelas e integra os principais operadores europeus, que asseguram o fornecimento para mais de 70% da população do continente.


Fonte: Económico

Empossado assessor do vice-presidente de Angola


O vice-presidente da República, Manuel Domingos Vicente, concedeu ontem posse a Alcino dos Prazeres Izata Francisco da Conceição no cargo de assessor económico e empresarial do seu gabinete.

Alcino-Prazeres-Izata-ConceiçãoAlcino dos Prazeres Izata da Conceição passa a ocupar o lugar deixado por Sérgio de Sousa Mendes dos Santos, que foi promovido a assessor para os assuntos económicos da Presidência da República.

A cerimónia de empossamento foi testemunhada pelo ministro de estado e chefe da casa civil da Presidência da República, Edeltrudes Costa, o ministro da económica, Abraão Gourgel, e o secretário económico da presidência da República.

Estiveram também responsáveis e assessores do gabinete do vice-presidente da República.



Fonte: AngolaPress


Naouri nomeado PCA do Pão de Açúcar


O Grupo Pão de Açúcar (GPA) informou que Jean-Charles Naouri foi eleito presidente do Conselho de Administração da organização em assembleia geral realizada ontem.

Jean-Charles Naouri
A indicação do executivo havia sido divulgada no fim do último mês, num movimento que sucedeu à saída de Abilio Diniz do cargo.

Em ata da assembleia, o GPA afirmou que o mandato de Naouri se estende até à "assembleia geral extraordinária a ser realizada em 2014".

No início de setembro, Abilio chegou a um acordo com o Casino, que detém o GPA, e renunciou à presidência do Conselho de Administração e a todos os seus direitos políticos na empresa, encerrando mais de dois anos de conflitos entre os principais sócios da maior retalhista brasileira.



Fonte: Brasil Reuters


Zorrinho no Laboratório de Ideias do PS


O secretário-geral do PS convidou o líder cessante da bancada socialista, Carlos Zorrinho, para coordenar o Laboratório de Ideias e Propostas para Portugal (LIPP) e para trabalhar diretamente consigo na redação do futuro programa de Governo.

Carlos-Zorrinho
Carlos Zorrinho deverá esta sexta-feira ser substituído por Alberto Martins no cargo de presidente do Grupo Parlamentar do PS.

Em comunicado, a direção do PS adianta que, neste âmbito, Carlos Zorrinho estará na preparação e desenvolvimento da Convenção Novo Rumo para Portugal, com a qual os socialistas pretendem avançar na elaboração do seu futuro programa eleitoral.

No mesmo texto, salientam-se as qualidades políticas do até agora presidente do Grupo Parlamentar do PS, referindo-se que esteve associado ao desenho do plano nacional para o crescimento e emprego (Europa 2020) da Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável e ao desenvolvimento e implementação do Plano Tecnológico, da agenda digital e da Estratégia Nacional de Energia.



Fonte: Negócios

Janet Yellen para líder do banco central americano


Janet Yellen, atual vice-presidente da Fed, é o nome indicado por Barack Obama para substituir Ben Bernanke à frente do banco central.

Janet-Yellen
Aos 66 anos, e com 20 anos de experiência na Reserva Federal, Janet Yellen construiu uma reputação invejável que consolidou na crise.

Uma análise do "Wall Street Journal" às previsões desde 2009 de cada membro do comité de política monetária da Fed mostra que Yellen foi a que melhor previu a evolução da economia norte-americana. Esta conclusão veio reforçar a reputação que já tinha construído, quer avisando para os riscos que se acumulavam no sistema financeiro antes de 2007, quer para os possíveis desenvolvimentos posteriores.

Entre os seus apoiantes para o lugar de Presidente da Fed está Paul Krugman, professor em Princeton e prémio Nobel. "É preciso de alguém que consiga trazer o resto da Fed consigo" na opção de não apertar a política monetária demasiado cedo, escreveu o economista no seu blogue esta semana. E deixou uma pergunta retórica.

"Quem será melhor: alguém que já demonstrou a capacidade de conviver com os seus colegas da Fed, ou alguém que tem uma reputação de ser duro mas também de fazer levantar os cabelos?".

Krugman é secundado por Alan Blinder, ex-vice presidente da Fed e ele próprio um possível nomeado para o cargo que, num artigo de opinião no "Wall Street Journal", vincou a sua capacidade de avaliação económica e de gestão. "O ativo talvez mais importante, mas menos percebido, que Yellen levaria para a mesa seria a capacidade de gerir um fraturado comité de política monetária ", lê-se no texto.



Fonte: Negócios

Alberto Martins para líder parlamentar do PS


António José Seguro apresentou o nome de Alberto Martins na reunião do Grupo Parlamentar do PS, que vai eleger a sua nova direção da bancada na sexta-feira. 

Alberto-Martins-PS
O secretário-geral do PS, António José Seguro, indicou hoje o dirigente socialista Alberto Martins como candidato à liderança da bancada parlamentar, sucedendo neste lugar a Carlos Zorrinho, disse à agência Lusa fonte oficial do PS.

A mesma fonte adiantou que Alberto Martins aceitou o convite que lhe foi feito pelo líder do partido.

António José Seguro apresentou o nome de Alberto Martins na reunião do Grupo Parlamentar do PS, que vai eleger a sua nova direção da bancada na sexta-feira.

Alberto Martins foi ministro dos governos de António Guterres e de José Sócrates, exerceu as funções de líder parlamentar entre 2005 e 2009 e é atualmente membro do Secretariado Nacional do PS.



Fonte: Negócios

Equipa de Vieira de Almeida premiada pelo Financial Times


A equipa de João Vieira de Almeida venceu o prémio Financial Times para a "Firma Mais Inovadora da Europa Continental".

Joao-Vieira-Almeida
A Vieira de Almeida & Associados (VdA) recebeu em Londres, o prémio lançado pelo Financial Times que visa distinguir as firmas de advogados que no mundo mais inovação introduzem na advocacia. É a primeira vez que uma firma portuguesa arrebata este prémio, em concorrência direta com vários gigantes mundiais do setor.


Fonte: Económico

11 Hábitos dos líderes extraordinários

Quantos já trabalharam com/para maus líderes? E para líderes extraordinário? Considera-se um deles? Mas o que hábitos fazem dos gestores líderes extraordinários?

Miriam Salpeter, fundadora e presidente da Keppie Careers, referiu 11 hábitos que caraterizam o líder extraordinário e que fazem com que os colaboradores gostem e desejem trabalhar com ele:

  • Dá feedback construtivo

“Existe uma grande diferença entre uma crítica e uma conversa que envolve o funcionário e que o ajuda a planear construtivamente como mudar para melhor. Um grande Líder sabe como abordar um subordinado com a mistura certa de mentoria e orientação.”

  • Dá feedback constantemente

“Hoje em dia, é habitual os diretores estrarem sobrecarregados de trabalho. Geralmente, uma das primeiras coisas que deixa de ser feita é dar feedback de forma regular e supervisionar os colaboradores. Um líder forte faz questão de dar feedback regularmente e de comentar as melhorias ou os desenvolvimentos negativos para que cada funcionário saiba onde está.”

  • Recompensa o bom trabalho

“Mesmo quando o líder não pode fazer nada quanto ao salário ou aos benefícios, um bom líder reconhece os melhores funcionários, ainda que seja apenas com um bilhete escrito.”

  • Sabe como coordenar e conciliar

“Todos os líderes de hoje têm mais responsabilidades do que há algum tempo atrás, e depende de cada um gerir em simultâneo os detalhes de múltiplos projetos. Os melhores líderes não passam esse stress às pessoas que gerem. Em vez de agirem como se cada projeto fosse um incêndio que precisa de ser extinto, os bons líderes ajudam e delegam imediatamente a base do trabalho que precisa ser feito.”

  • São mentores e formadores para os funcionários

“Os colaboradores sortudos têm a oportunidade de trabalhar com um líder que está realmente interessado nas carreiras dos funcionários e que os ajuda a conseguirem ser promovidos. Os melhores líderes fazem questão de identificar e realçar as forças dos funcionários e direciona-os para projetos que os irão fazer brilhar e serem notados.”

  • Aceita a responsabilidade e não só o crédito

“A maioria das pessoas já trabalharam para líderes que recebem o crédito por algo que não fizeram quando as coisas corram bem. No entanto, poucos foram os que tiveram a oportunidade de ver um verdadeiro líder em ação: aquele que aceita a culpa quando as coisas estão difíceis.”

  • Comunica claramente

“Os bons líderes sabem que a comunicação só será efetiva mediante a forma como for recebida. Não importa se pensa que explicou o que precisa de ser feito caso os seus funcionários não tiverem entendido o que foi dito. Os melhores líderes sabem que devem explicar o que deve ser feito de forma sucinta e direta e estarem disponíveis para quaisquer perguntas.”

  • Oferece desafio e apoio

“Este delicado equilíbrio ilude a maioria das pessoas: como pode desafiar os seus funcionários a melhorar ao mesmo tempo que lhes dá os recursos e apoio que precisam para serem bem-sucedidos? Os funcionários precisam de ambos para melhorarem.”

  • Toma riscos calculados

“Às vezes é um risco confiar num funcionário com um projeto que vai para além das suas capacidades. Os melhores líderes sabem quando é tempo de dar um passo atrás e permitir que as pessoas que supervisionam segurem as rédeas de um grande projeto.”

  • Reconhece um equilíbrio saudável entre a vida e o trabalho

“A maioria dos trabalhadores odeiam a ideia de ter que reportar a alguém que não tem vida fora do escritório. A mensagem que isso transmite é “Eu não tenho vida, por isso também não deviam ter.” Estes funcionários costumam passar muitas horas no escritório porque pensam que é a única fora de impressionar os seus superiores. Os líderes confiantes e competentes conseguem motivar as pessoas a fazerem horas extra quando necessário, mas não esperam sempre 100% de devoção ao trabalho.”

  • Não tem favoritos óbvios

“Se for óbvio quem é o seu favorito no trabalho, o resto da equipa tenderá a unir-se como uma unidade numa competição extra e desnecessária. Os melhores líderes tentam eliminar esta competição prejudicial que surge ao ter favoritos e incutem o trabalho em equipa de modo a conseguirem o bem comum para a organização e/ou para o departamento.”


Fonte: Business Insider


miriam-salpeterMiriam Salpeter é consultora de média social, coacher, autora, oradora e empresária. É fundadora e presidente da Keppie Careers e autora do livro “of Social Networking for Career Success”.

Novos membros do governo da Huíla, Angola


Os novos membros do Governo Provincial da Huíla nomeados recentemente pelo governador provincial, João Marcelino Tyipinge, foram empossados na cidade do Lubango, Angola.

Joao-Marcelino-Tyipinge
Tratam-se da diretora-geral do Hospital Central do Lubango, Francisca de Carvalho, da Maternidade “Irene Neto” António Hilário, do Hspital Sanatório, Rodrigues José, assim como os administradores comunais do Dindi, Ana Natchamba, do Kutenda, Fernando Gomes e comuna sede da Cacula, Evaristo Tyangalala.

Foram ainda empossados pelo governador, os administradores comunais adjuntos da comuna sede da Cacula, Madalena Agostinho, do Dindi, Domingos Figueiredo, do Kutenda, Bonifácio Paciência e da Capunda Cavilongo, Eduardo Hangalo.

Na ocasião, falando aos empossados, o governador provincial disse que este ato é de extrema importância para o aparelho governativo, uma vez existirem ações concretas e que vão contar com apoios de todos os membros, principalmente para o setor da saúde.

João Marcelino Tyipinge informou que o governo provincial tem recebido todos os dias reclamações dos serviços prestados pelos servidores no sector da saúde, por isso há que se ter maior atenção nesta área.


Fonte: AngolaPress

Jorge Luzzi, ex-presidente da IFIRMA na Herco Global


A MDS, “holding” de corretagem da Sonae, contratou Jorge Luzzi, ex-presidente da Federação Europeia de Associações de Gestão de Risco, para o cargo de CEO da Herco Global, empresa para a gestão de risco do grupo português.

Jorge-Luzzi-Herco-Global
Jorge Luzzi, “uma das personalidades mais influentes do setor de seguros e risco a nível mundial”, é o novo presidente executivo da Herco Global, empresa para a gestão de risco do grupo MDS.

Gestor de origem italiana e suíça, Luzzi já foi presidente da Federação Internacional de Associações de Gestão de Risco e Seguros (IFIRMA), da Federação Europeia de Associações de Gestão de Risco (FERMA) e da Associação Latino-Americana de Administradores de Seguros e Risco (ALARYS), assim como, entre outras funções, Global Risk Management Diretor do grupo Pirelli

O novo CEO da Herco Global “vai desempenhar um papel estratégico na gestão de risco empresarial do grupo MDS, com especial foco na gestão da operação internacional do grupo e ainda no captive management, integrando a administração da protected cell company HighDome”, refere o grupo português, em comunicado.

"Jorge Luzzi desempenhou um papel fundamental no desenvolvimento da gestão de risco nos últimos 30 anos. É um profissional altamente experiente, com uma visão estratégica integrada e amplamente reconhecido a nível mundial, que traz um valioso know-how para o grupo MDS”, afirma José Manuel Fonseca, CEO do grupo MDS.

Luzzi “terá ainda um papel fundamental na resposta a riscos estratégicos, como os ligados ao uso da Internet e das novas tecnologias, à reputação, à interrupção de negócio e à gestão da cadeia logística, que as empresas enfrentam numa escala cada vez mais global”, conclui José Manuel Fonseca.



Fonte: Negócios

Alto Desempenho: Desenvolver a excelência em si e nos outros

Título: Alto Desempenho: Desenvolver a excelência em si e nos outros
Autor: Zig Ziglar
Edição: Março, 2013
Páginas: 219
Editor: SmartBook (PT)

"Se alguma vez quis o plano para alcançar o sucesso e a liderança, então o “Alto Desempenho” é o livro que deve ler.” - Dave Liniger, CEO, RE/MAX International, Inc. 

"Zig é maior motivador do mundo. A sua filosofia tem sido a que mais tenho tentado reproduzir.” - Lou Holtz, head coach, University of South Carolina


Sinopse
Alto Desempenho. Espera‐o de si mesmo. Espera‐o daqueles que o rodeiam. Então como é que torna isso uma realidade?

Maximize as suas capacidades de liderança e gestão com Alto Desempenho. Dentro de si, encontrará as ideias vencedoras para:
  • Direcionar as energias das pessoas e estimular o desejo de se superarem;
  • Gerir eficazmente pessoas – e fazer com que os outros queiram a sua liderança;
  • Ultrapassar e corrigir más práticas de gestão;
  • Desenvolver uma autoimagem saudável;
  • Estabelecer padrões de avaliação de desempenho;
  • Melhorar as relações e a comunicação.

Sobre o autor
 

zig-ziglarZig Ziglar é presidente da Zig Ziglar Corporation, empresa cujo objetivo é ajudar as pessoas a utilizarem ao máximo seus potencial físico, mental e espiritual. Centenas de empresas em todo o mundo usam os seus livros na formação dos funcionários. Ziglar é um dos conferencistas sobre motivação mais requisitados do mundo, sempre com uma mensagem bem-humorada de esperança e entusiasmo. Os seus livros já venderam milhões de cópias em vários países.


Opinião do Portal da Liderança
Como o subtítulo indica, este livro ensina os gestores a desenvolverem a excelência em si e nos outros. Tratando-se de Zig Ziglar, sabemos logo à partida que, enquanto grande defensor da motivação, que estamos a falar de atingir o sucesso com e através das pessoas.

“Os grandes gestores dentro das mais variadas áreas sabem que quando colocam as pessoas em primeiro lugar, a eficácia e eficiência deles melhoram”, defende Ziglar. 

Ziglar aponta como objetivos deste livro, ao nível das competências de gestão de pessoas:
  • Identificar os fatores cruciais da gestão de pessoas, incluindo ajudar os gestores a identificar potenciais fontes de conflito;
  • Oferecer soluções para ajudar a ultrapassar estas potenciais fontes de conflito;
  • Como aplicar estes princípios e ideias que outros gestores usaram com sucesso, tornando-os aplicáveis no mundo real;
  • Demonstrar o Alto Desempenho prático através da vida real de executivos de sucesso;
  • Preencher lacunas entre formação e desenvolvimento;
  • Desenvolver a excelência nos administradores e oferecer a gestão através de procedimentos de ensino e inspiração para desenvolver e utilizar eficazmente os membros da equipa.


Trata-se de um livro bem escrito e organizado, que abrange um leque considerável de aspetos que Ziglar entende permitirem ao gestor atingir um alto desempenho.

Divido em três partes, começa pela sensibilização e o porquê da necessidade de optar por um alto desempenho, para depois se dedicar à capacidade de comunicação do gestor e, por fim, discorrer sobre a motivação, pessoal e da equipa, e como a desenvolver e manter.

Cada capítulo termina com os “Princípios de Desempenho”, que reúne as principais questões a refletir e conclusões do autor.

Para Ziglar, o otimismo e encarar todos os aspetos de uma forma positiva são cruciais. Como diz, mesmo que não se sinta assim de início, ao abordar a questão dessa forma será conquistado pelo sentimento otimista que está a transmitir.

"Os gestores bem-sucedidos reconhecem, desenvolvem e usam toda a sua força para reconhecer, desenvolver e utilizar os talentos dos seus subordinados. Aprendem o que mexe com alguém e transferem os seus sentimentos de excitação e entusiasmo para aqueles que seguem a sua liderança.” – Zig Ziglar  

Higino Carneiro empossa novos administradores municipais


O governador da província do Kuando Kubango, Angola, Higino Carneiro, empossou nesta quinta-feira em Menongue, os novos administradores municipais adjuntos de Menongue, Calai e Rivungo.

Higino-Carneiro
Para o município de Menongue, foram empossadas Maria Manuela Ferraz, para exercer o cargo de administradora municipal adjunta para o sector técnico e infraestruturas, e Felistance  Bronice Hossi Armando para ocupar a pasta de administradora adjunta para o sector social.

Por sua vez, António Chilembo Isaac foi empossado para exercer as funções de administrador municipal adjunto do Rivungo, fronteiriço com a República da Zâmbia, enquanto João Cambinda, passa a exercer o mesmo cargo no município do Calai, fronteiriço com a Namíbia.

Na ocasião, os novos membros da administração do estado na província juraram fidelidade à pátria, respeito a constituição, e dedicação ao serviço público com zelo, inteligência e prontidão. 

Falando à imprensa no final do ato, Higino Carneiro referiu que a cerimónia enquadrou-se no âmbito do fortalecimento e capacitação de quadros aos órgãos locais de administração do estado, por formas a dar respostas satisfatórias e eficientes aos utentes dos serviços da administração.



Fonte: AngolaPress

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