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Uma comunidade de líderes

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6 Dicas para melhor investir em Espanha

Está a pensar em investir em Espanha? Quer saber o que quem lá opera aconselha para potenciar as boas decisões? Segundo o Económico, "a estratégia passa por conhecer bem o país vizinho e tratá-lo com proximidade", mas não é tudo.

  • Espanha não é homogénea

"O mercado espanhol não é um mercado único. "É muito diverso, com modas distintas no Norte face ao Sul", avisa Enrique Santos, presidente da Câmara do Comércio e Indústria Luso-Espanhola. A comunidade de Madrid "não é necessariamente a melhor" para investir, já que a região "que mais compra a Portugal é a Galiza", justifica. A proximidade geográfica pode ajudar a explicar o fenómeno, mas o segundo lugar na lista de clientes surpreende: a Catalunha. A comunidade de Madrid só aparece em terceiro lugar, logo seguida pela Andaluzia. Enrique Santos acrescenta que não devem ser desprezadas as relações transfronteiriças entre a Extremadura espanhola e o Alentejo, onde "já existem muitas interconexões"."

  • Escolher pessoal local

"Uma empresa portuguesa que queira ir para o mercado espanhol deve optar por contratar pessoal local, defende Enrique Santos. A vantagem é óbvia: ter trabalhadores residentes garante um conhecimento mais aprofundado sobre o mercado de destino do investimento. Perante um mercado repleto de diferenças em que cada uma das 17 comunidades tem hábitos diferentes ter pessoal local garante maior conhecimento do mercado."

  • Estrutura financeira adequada

"Quem quer investir em Espanha (ou em qualquer outro país) tem de ter uma estrutura financeira adequada. No entanto, há uma vantagem da qual as empresas portuguesas beneficiam no que diz respeito ao país vizinho: "não é preciso efetuar a deslocação da unidade de produção". Uma vantagem que pode aligeirar muito os custos da internacionalização faz notar o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola."

  • Relacionar-se bem com as associações

"As empresas portuguesas que queiram ir para Espanha devem privilegiar os contactos com as associações. A AICEP e a ICEX (as agências que apoiam as empresas na hora de investir e exportar) são parceiros fundamentais. A AICEP, por exemplo, fez recentemente um ‘roadshow' em diversas comunidades autónomas."

  • Estudar bem o mercado

"Saber quem compra e o que compra é decisivo para definir uma aposta segura no mercado espanhol. Ainda para mais quando no último ano se alterou o perfil do tipo de produtos que Espanha compra a Portugal.

O presidente da Câmara do Comércio e Indústria Luso Espanhola revela que, habitualmente, Portugal exporta para Espanha mais de 800 milhões de euros em confeção, mas que, nos primeiros nove meses deste ano, as exportações de combustíveis e óleos minerais superaram os 800 milhões de euros. No ranking dos produtos mais vendidos, os combustíveis e óleos minerais "passaram de décimo para primeiro lugar". Uma informação que interessa a quem quer vender ou ir para Espanha."

Conselhos de Nuno Carvalho, cofundador e managing partner da Bluegrana Investment Group, aos líderes lusófonos que pretendem entrar no mercado espanhol.


Fonte: Económico

 
  

Portugal com três novos secretários de Estado


José Maria Teixeira Leite Martins, João Rodrigo Pinho de Almeida e António Manuel Coelho da Costa Moura são os novos secretários de Estado, a que o Presidente da República vai dar posse esta segunda-feira.

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O deputado do CDS João Almeida (na foto) é o novo secretário de Estado da Administração Interna, António Costa Moura vai para a Justiça e José Maria Teixeira Leite Martins é o novo secretário de Estado da Administração Pública, onde substitui Hélder Rosalino.

O chefe de Estado, Cavaco Silva, aceitou a proposta que lhe foi apresentada pelo primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, de exoneração e nomeação de novos titulares.

A tomada de posse está marcada para as 15h00 horas, no Palácio de Belém, em Lisboa.

A Renascença já tinha avançado que o Governo tinha em curso a sua nona remodelação, espoletada com a saída do secretário de Estado da Administração Pública, que terá saído a seu pedido.

Hélder Rosalino exercia funções desde o início da legislatura e tem tido a seu cargo toda a negociação para as reduções da função pública. É também da sua responsabilidade o diploma da convergência das pensões do sector público com as do privado, que implica um corte médio de 10% nas pensões da Caixa Geral de Aposentações, um dos diplomas mais polémicos.

Do mais conhecido àquele com a tarefa mais difícil

Dos três novos secretários Estado, o mais conhecido é João Almeida, do CDS, que vai substituir Filipe Lobo d´Ávila na Administração Interna. Lobo d’Ávila e João Almeida já trabalharam na mesma sociedade de advogados.

Porta-voz do partido, João Almeida, que também já foi secretário-geral do CDS e presidente do clube de futebol “Os Belenenses”, tem sido uma das vozes desalinhadas com a política governamental.

Se João Almeida é o mais conhecido, José Maria Leite Martins vai ocupar o mais importante e mais difícil dos três cargos: secretário de Estado da Administração Pública. O seu antecessor, Hélder Rosalino, deixa vários assuntos quentes por resolver, como é o caso do regime de convergência das pensões, chumbado pelo Tribunal Constitucional.

O novo secretário de Estado Leite Martins foi assessor jurídico e chefe de gabinete do primeiro-ministro Durão Barroso. Tem uma longa carreira no Ministério para onde vai. Era, até agora, inspetor-geral de Finanças, pelo que a sua ida para o Governo abre vaga um novo cargo.

Na Justiça, a mudança não é só de nome, é também de cargo. O engenheiro Fernando Santo deixa a Secretaria de Estado da Administração Patrimonial e Equipamentos do Ministério da Justiça, que passa a ser liderada pelo atual chefe de gabinete da ministra Paula Teixeira da Cruz, António da Costa Moura.

O que diz o currículo dos novos secretário de Estado

O próximo secretário de Estado da Administração Pública, José Maria Teixeira Leite Martins, tem 57 anos e ocupa desde 2004 o cargo de inspetor-geral da Finanças. Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, com um mestrado em Ciências Jurídico-Comunitárias, foi chefe de gabinete e assessor jurídico do XV Governo Constitucional, liderado por Durão Barroso. Entre 1994 e 2000, foi diretor do departamento jurídico do Ministério dos Negócios Estrangeiros e adjunto jurídico do ministro dos Negócios Estrangeiros no XII Governo Constitucional, liderado por Cavaco Silva.

João Almeida 37 anos e também é licenciado em Direito. Vai ocupar a Secretaria de Estado da Administração Interna e é deputado eleito pelo CDS-PP desde 2002.  Frequenta um mestrado em Economia e Políticas Públicas e é vice-presidente do grupo parlamentar do CDS-PP e porta-voz do partido. Antes da sua eleição como deputado foi adjunto da então vereadora Maria José Nogueira Pinto na Câmara Municipal de Lisboa, presidente do Conselho da Administração do clube de futebol "Os Belenenses" e secretário-geral do CDS-PP.

António Manuel Costa Moura, que vai tomar posse como secretário de Estado da Justiça, é diplomata de carreira e exerce desde Fevereiro de 2013 funções como chefe de gabinete da ministra da Justiça. Natural do Porto, tem 50 e é diplomata de carreira desde 2002, tendo no currículo missões em vários postos no estrangeiro (Paris, Luanda, Bruxelas, São Francisco).  Antes de ser nomeado chefe de gabinete de Paula Teixeira da Cruz foi director da Direcção-Geral da Política de Justiça.  Exerceu também funções na Direcção-Geral de Política Externa, do Ministério dos Negócios Estrangeiros (2004-2005).



Fonte: Renascença

Criada Associação Angolana da Indústria de Rochas


A Associação Angolana da Indústria de Rochas (ANIROCHAS) foi formalmente criada, em Luanda, com o objetivo de apoiar o organismo de tutela no estudo e diagnóstico do subsector da construção.

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A associação tem como presidente de mesa da assembleia-geral Ventura de Azevedo e como presidente da direção Luísa de Almeida. Fazem ainda parte os membros do conselho fiscal e vogais.

Na cerimónia de constituição da Associação, o ministro da Geologia e Minas (MGM), Francisco Queiroz (na foto), referiu que o Executivo atribui uma grande importância à constituição da associação, por se tratar de um passo decisivo para a criação de condições de diálogo entre o Ministério e empresários que operam na exploração de minerais para a construção civil.



Fonte: Jornal de Angola

Mudanças na inovação e informação da RTP


O conselho de administração da RTP revelou que convidou Paulo Ferreira para assumir o cargo de gestor de inovação na área de informação. Ao mesmo tempo convidou José Manuel Portugal para assumir a direção de informação da estação de televisão.

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O conselho de Administração realça que “o plano de desenvolvimento e redimensionamento da RTP prevê como pilar estratégico para a sustentabilidade futura da RTP a inovação total e a criatividade” e que pretende “implementar, a partir de Janeiro de 2014, um Núcleo de Inovação e Criatividade (NIC), que atuará como dinamizador e catalisador, interna e externamente, de uma abordagem distintiva do que a RTP pretende promover nas suas antenas e canais”, pelo que decidiu fazer alterações na sua estrutura.

Estas mudanças justificam o convite a Paulo Ferreira (na foto). “Os projetos estruturantes que se avizinham, bem como a atenção e dedicação especial que estas matérias sempre mereceram do então diretor de informação de televisão, estiveram na base do convite que lhe foi endereçado e que foi por este aceite”, adianta o mesmo comunicado.

Com a saída de Paulo Ferreira da direção de informação, após um pedido de demissão, para assumir o cargo proposto, o “conselho de administração da RTP convidou o Dr. José Manuel Aires de Sequeira Alves Portugal para assumir as funções de diretor de informação de televisão.”

“Nos termos da lei, foi solicitado, na presente data, parecer da Entidade Reguladora para a Comunicação Social com vista à correspondente nomeação”, acrescenta o comunicado.




Fonte: Negócios

Hyundai e Kia com novo presidente de desenvolvimento


A sul-coreana Hyundai e a sua filial Kia nomearam um novo presidente da divisão conjunta de pesquisa e desenvolvimento, um mês depois do chefe anterior renunciar por problemas relacionados com a qualidade.

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Kim Hae-jin, de 56 anos, foi chefe do desenvolvimento de motores e transmissões e geriu o controlo de qualidade do P&D.

Deste espera-se que ajude a restaurar a reputação da marca depois do antecessor, Kwon Moon-shik, ter renunciado para assumir a responsabilidade por uma série de problemas de qualidade depois de apenas um ano no cargo.

A Hyundai e a Kia, que compartilham peças e plataformas, fizeram o recall de quase 1,7 milhão de veículos nos Estados Unidos em abril por possíveis falhas em interruptores do travão. As empresas fizeram o recall de outros 600 mil veículos na Coreia do Sul em setembro pelo mesmo problema.

A nomeação para P&D "tem como objetivo solidificar a nossa gestão da qualidade", disse a Hyundai em um comunicado nesta sexta-feira.

A Hyundai gastou 1,63 trilhão de wons (1,54 bilhão de dólares) em P&D no ano passado, 1,9 por cento da receita, de acordo com seu relatório anual. Em comparação, a BMW AG gastou 3,99 bilhões de euros (5,47 bilhões de dólares), 5,2 por cento.


Fonte: Reuters

Antonina Martins assume Banco Interatlântico


Antonina Martins é a nova gerente da agência do Banco Interatlântico em Santa Catarina, Cabo Verde, depois da despromoção de Isa Miranda do cargo por alegado envolvimento num caso de burla.

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O tesoureiro Aerthon Cabral, também envolvido, foi igualmente suspenso.

Os dois bancários são suspeitos de desviar mais de 4 mil contos na agência do Banco Interatlântico na Assomada. Os dois são suspeitos de “procedimentos incorretos” e “outras irregularidades” no exercício das respetivas funções.

Na altura em que o caso surgiu, com o afastamento “parcial” de Aerton Cabral, a então gerente do BI na Assomada ter-se-á mostrado interessada em colaborar com a investigação, motivo que pode ter contribuído pela sua permanência naquela agência.

A NAÇÃO avançou  Antonina Martins como a nova gerente da agência do BI em Santa Catarina.



Fonte: A Nação

Eike Batista abandona liderança da OGX


O empresário brasileiro vai deixar a liderança da petrolífera como parte do acordo com os credores para a reestruturação da empresa.

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O empresário brasileiro Eike Batista vai abandonar a liderança da petrolífera OGX como parte de um acordo com os credores para a troca de cerca de 5,8 mil milhões de dólares (4,2 mil milhões de euros) em dívida por capital, avança o "Financial Times".

A empresa entregou ao tribunal um pedido de proteção de credores no dia 30 de Outubro, numa tentativa de evitar a insolvência e o maior incumprimento de dívida corporativa da América Latina. O acordo surge menos de dois meses depois e deverá contemplar ainda a injeção de 200 milhões de dólares (146 milhões de euros) na cotada.

"Os atuais acionistas da empresa, após a diluição decorrente da troca de dívida por ações (…) vão ficar com uma posição representativa de 10% do capital da empresa reestruturada", disse o grupo, anteriormente conhecido como OGX, e rebatizado de Petróleo e Gás Participações.

A petrolífera apresentou os resultados do terceiro trimestre há um mês e deu conta de prejuízos de 2,1 mil milhões de reais (676 mil euros).

Eike Batista foi considerado o homem mais rico do Brasil em 2012 mas, este ano, viu o seu império desmoronar. O empresário brasileiro chegou a ter a sétima maior fortuna do mundo, distribuída por negócios na indústria mineira, logística, energia e exploração de gás e petróleo. Contudo, em pouco mais de um ano, Eike perdeu 34,5 mil milhões de dólares e foi obrigado a pedir insolvência.



Fonte: Negócios

Exonerado administrador municipal de Menongue


O administrador municipal de Menongue, sede capital do Kuando Kubango, Angola, Fernando Antunes Huambo, foi exonerado pelo governador da província.

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Segundo o despacho chegado à Angop, Higino Carneiro (na foto), para assegurar melhor o funcionamento normal da Administração Municipal de Menongue, nomeou, interinamente para o cargo de administradora municipal desta jurisdição, Maria Manuel Ferraz, então administradora adjunta para área técnica e infraestruturas.

O governador exonerou ainda o secretário do governo provincial, Carlos Baptista Gomes.

Para assegurar o normal funcionamento da secretaria-geral do governo do Kuando Kubango foi nomeado interinamente, Rui Celso Fernandes da Silva, que assumia funções de diretor do gabinete de Higino Carneiro.



Fonte: Angop

CEO da BlackBerry recruta mais dois ex-colegas


A BlackBerry anunciou que contratou mais dois executivos sénior que já trabalharam com seu novo presidente-executivo, fortalecendo uma equipe recém-formada que tem a responsabilidade de recuperar a fabricante de smartphones.

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Os executivos integram um grupo crescente de talentos reunidos por John Chen (na foto) desde que o se juntou à BlackBerry como presidente-executivo.

Na BlackBerry, James Mackey será responsável pelas aquisições como vice-presidente de desenvolvimento corporativo e planeamento estratégico, enquanto Mark Wilson foi nomeado vice-presidente sénior de marketing.

Mackey foi anteriormente chefe de desenvolvimento corporativo na SAP, onde liderou mais de 40 aquisições, antes de ingressar na OpenText Corp.

Wilson no ano passado juntou-se à Avaya como vice-presidente de marketing, após trabalhar muitos anos na Sybase.

"Já trabalhei muito com eles no passado e tenho o maior respeito pela experiência e pelas conquistas de ambos", disse Chen em um comunicado.

"Desenvolvemos relacionamentos próximos e de confiança entre nós que nos permitirão administrar com coesão as mudanças necessárias para reformular a BlackBerry", acrescentou o presidente-executivo, que foi nomeado para substituir Thorsten Heins em novembro passado.



Fonte: Brasil Reuters

Sopa - A receita para a sua equipa e cultura

Livro

Título: Sopa - A receita ideal para alimentar a sua equipa e cultura
Autor: Jon Gordon
Edição: março, 2011
Páginas: 155
Editor: SmartBook


Sinopse
Porque importa tanto o tipo de pessoa que está ao comando das coisas?  
 
Nancy estava no seu novo emprego há apenas alguns meses e já se questionava se devia ter mesmo aceitado ou não o cargo de CEO na Soup, Inc. As vendas decresciam, pairavam rumores de bancarrota e aquisição da empresa e a moral dos funcionários não podia estar mais em baixo. A empresa tinha perdido o seu gosto e calor; e ninguém gosta de sopa morna. E como é que Nancy vai resolver a situação? 
 
Por vezes, a resposta de que necessita está mesmo à sua frente. Durante uma pausa para almoço, Nancy dirige-se à Grandma's SoupHouse, um pequeno lugar de restauração no qual ela nunca havia reparado, e é lá que vai buscar uma inesperada fonte de inspiração. Esta nova obra, do autor best-seller de The Energy Bus e de TrainingCamp, Sopa conta-nos a história "agitada" de como Nancy descobriu os ingredientes-chave para se revitalizar a si própria, à sua empresa, e à sua equipa. 
 
Receita para o sucesso, para qualquer pessoa em qualquer cargo, Sopa transmite a poderosa mensagem de que a qualidade da sua carreira, empresa e equipa é determinada pela qualidade das suas relações. 
 
As pessoas estão sedentas de uma mudança positiva e de uma lufada de ar fresco de objectivos e paixão. Se estiver pronto para agitar as coisas e de liderar segundo o exemplo, Sopa é uma história divertida e cativante que lhe fornece as ferramentas necessárias para construir uma equipa vencedora - no trabalho, na escola, ou em casa.

Sobre o autor
 

Jon-GordonJon Gordon consultor, orador e autor dos best-sellers The Energy Bus, The No Complaining Rule, Training Camp, e The Shark and the Goldfish.  Jon e os seus livros foram referidos na CNN; no programa Today da NBC e na Forbes; na O, The Oprah Magazine; no Wall Street Journal; e no New York Times. Gordon colabora com inúmeras empresas referenciadas na Fortune 500, equipas desportivas profissionais e universitárias, hospitais, escolas, universidades e organizações sem fins lucrativos.


Vídeo


Opinião do Portal da Liderança
 
"A confiança gera compromisso; o compromisso promove o trabalho em equipa; e o trabalho em equipa fornece resultado." - Jon Gordon

Neste livro, Jon Gordon, através de uma história de leitura muito fácil e rápida, transmite os pontos fundamentais para que seja um líder inspirador, cuja equipa está motivada e alinhada com a sua visão, onde a crise é vista como uma oportunidade, procurando-se sempre o pensamento do otimismo realista, e cujo produtividade é elevada e os colaboradores e clientes estimados e acarinhados, levando à fidelização e ao crescimento dos resultados de faturação.

Em pouco mais de uma a duas horas terá lido a história da recente CEO de uma grande organização internacional dedicada ao fabrico de sopas enlatadas, que se encontra no declínio e cuja administração exerce pressão para que esta ex-vice-presidente do marketing consiga fazer a diferença e levar a empresa novamente aos ganhos.

Trata-se de um livro simples e cuja mensagem provavelmente não lhe será desconhecida mas cujo reforçar nunca é demais. No final provavelmente não terá aprendido nada de novo, mas sentir-se-á mais motivado a continuar e a fazer a diferença enquanto líder. 

Este livro vai na linha dos livros que Ken Blanchard e Patrick M. Lencioni já nos habituaram, partilhando com Zig Ziglar a crença de que o cultivar do otimismo e desenvolver uma cultura forte cujo líder seja o seu espelho são capazes de lhe trazer vantagem competitiva e fazê-la ter um melhor desempenho.

Trata-se de um livro que lhe fará uma agradável companhia durante uma breve viagem e que lhe reforçará 15 princípios que não deve perder de vista.
 
"As relações são as bases sobre as quais as equipas vencedoras e as organizações são construídas." - Jon Gordon

OMA elege secretária geral adjunta


O Comité Nacional da OMA, Angola, elegeu nesta sexta-feira, para o cargo de secretária geral adjunta da OMA, Maria Isabel Malunga Mutunda e para secretária nacional do Departamento de Promoção e Desenvolvimento da Mulher, Josefina Ndeispewa Gomes.

Luzia Ingles Van-Dunem OMA
As eleições, que aconteceram na sessão de encerramento da 5º reunião ordinária do Comité Nacional da OMA, visaram preencher as vagas deixadas em consequência do desaparecimento físico, a 27 de Fevereiro de 2013, em Londres, de Alice Paulina Dombolo Chivaca e de Maria Filomena Marcolino Manuel que exerciam os respetivos cargos.

Luzia Inglês Van-Dúnem (na foto) é a secretária-geral da OMA.



Fonte: Angop

Rui Rio assume funções não executivas no BCP


O ex-autarca do Porto assumirá funções não executivas na equipa do banco liderado por Nuno Amado.

Rui RioRui Rio vai integrar a partir de dia 1 de Janeiro o Conselho de Investimento Millennium Fundo de Capitalização, que apoia pequenas e médias empresas. A notícia foi avançada hoje pelo semanário Sol e confirmada esta manhã ao Económico por fonte do banco liderado por Nuno Amado.

O ex-autarca do Porto será um membro independente e não-executivo e este cargo não será ocupado a full time, pois obriga apenas a reuniões mensais.

O Económico apurou ainda que vão fazer parte da equipa de Rui Rio, José Joaquim Oliveira, ex-diretor geral da IBM, Esmeralda Dourado, presidente da Comissão Executiva da SAG Gest, e Carlos Bartolo, que integrou recentemente a equipa do Millenium na área de gestão de ativos.

De acordo com o Sol, o fundo do BCP de que Rio será uma espécie de conselheiro aplica "o seu património na aquisição de participações sociais em PME e em sociedades com grau de capitalização médio, de acordo com o compromisso assumido pelo BCP perante o Estado português em Junho de 2012".



Fonte: Económico

Bayer nomeia Kemal Malik para inovação no CA


A Bayer AG nomeou Kemal Malik para seu conselho de administração, atribuindo-lhe a responsabilidade pela inovação na fabricante alemã de químicos e medicamentos.

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Malik, de 51 anos, tem atuado como membro do comité executivo da Bayer HealthCare, sendo vice-presidente da medicina e chefe do desenvolvimento global desde 2007.

Kemal Malik assumirá seu novo cargo a 1 de fevereiro de 2014, ficando também responsável pela região da América do Norte.

Malik substituirá o membro do conselho Wolfgang Plischke, responsável por Inovação, Tecnologia e Sustentabilidade e a região da Ásia/Pacífico, que se aposentará em abril próximo.



Fonte: Brasil Reuters

Novos gestores de televisão e rádio públicas em MZ


O Conselho de Ministros de Moçambique nomeou Jaime Cuambe e Faruco Sadique para presidentes, respetivamente, das estações públicas de Televisão e Rádio do país.

Jaime-Cuambe
Jaime Cuambe (na foto), atual jornalista do Notícias, de Maputo, detido pelo Banco de Moçambique, substitui Armindo Chavana no cargo de presidente do conselho de administração da Televisão de Moçambique (TVM). 

Por sua vez, Faruco Sadique, jornalista do Diário de Moçambique, da Beira, sucede a Ricardo Malate como presidente da Rádio Moçambique (RM).



Fonte: Angop

Hélder Vaz eleito presidente do Resistência da Guiné-Bissau


O antigo diretor-geral da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e candidato à presidência da República da Guiné-Bissau, Hélder Vaz, foi escolhido como líder no primeiro congresso extraordinário da organização, que decorre a 20 quilómetros a leste de Bissau.

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Hélder Vaz foi eleito por unanimidade e aclamação por cerca de 300 delegados oriundos de todas as regiões da Guiné-Bissau e da diáspora.  

Em declarações aos jornalistas, Vaz, que regressou ao país na última sexta-feira, depois de viver nove anos em Portugal, afirmou que depois de unir a RGB (também conhecida por Movimento Bâ-Fatá) a tarefa seguinte é preparar o partido "para ganhar as eleições legislativas" de 16 de Março.

Assinalou também que a meta é formar um Governo "com os melhores filhos" da Guiné-Bissau, promover "a refundação do Estado" e desta forma executar o chamado "programa maior" de Amílcar Cabral, ou seja, o desenvolvimento do país. 

O novo líder da RGB, partido fundado na década de 1980, em Portugal, como principal opositor ao Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), propõe juntar-se a uma ampla frente de "pessoas e partidos" para promover a mudança na Guiné-Bissau. 

Hélder Vaz afirma que o país "regrediu em todos os sentidos" desde que a sua formação política "desapareceu do cenário político" na sequência de disputas internas entre dirigentes.  

O próprio Vaz afastou-se da vida política ativa na sequência das eleições legislativas de 2004, ganhas pelo PAIGC. 

Agora voltou para levar a RGB a ser governo e ainda para ser eleito presidente da República.  

"Sou candidato à presidência da República para dar respaldo ao Governo RGB", afirmou Hélder Vaz, valendo-se da experiência política acumulada durante 40 anos. 

Licenciado em Filosofia pela Universidade Católica Portuguesa e mestre em Administração e Gestão Pública na Universidade de Albany, nos Estados Unidos, Hélder Vaz foi deputado da Assembleia Nacional Popular, líder da bancada parlamentar da RGB e mais tarde presidente do mesmo partido. 

O ponto alto da sua carreira política acontece em 2000, quando assumiu o cargo de ministro de Estado e da Economia e Desenvolvimento Regional num governo de coligação entre o Partido da Renovação Social (PRS, de Kumba Ialá) e o RGB. 



Fonte: Angop

Sai Alexandre entra Pedro Soares dos Santos


Alexandre Soares dos Santos deixa hoje a liderança da Jerónimo Martins, concluindo a "bela decisão" que tomou há 45 anos de sair da Unilever para assumir a liderança do grupo de distribuição. Na sucessão encontra-se Pedro Soares dos Santos.

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"Eu já devia ter saído", afirma ao Negócios. Porquê? "Olhe, porque quando você já está há muitos anos, começa a ver as coisas numa perspetiva completamente diferente: fica avesso ao risco, à inovação, porque acha que aquilo que se fez é o que está certo. E não pode ser. Uma empresa tem de estar permanentemente a inovar-se e a modificar-se. É preciso uma injeção de sangue novo".

Alexandre Soares dos Santos, que qualifica como "bela decisão" a tomada há 45 anos, de sair da Unilever para ir substituir o pai na JM, assume igualmente que essa foi a resolução mais difícil da sua vida. Mas, "em tudo há um fim. E eu esgotei já há uns tempos. Física e emocionalmente. Um lugar destes, desta dimensão, exige um esforço extraordinário. E há um limite para tudo", admite. Tomada a decisão, qual era o cenário seguinte? "Era preparar-me para sair".

Na sucessão "O nome escolhido, por consenso total, foi o Pedro", nas três reuniões tidas com a administração não executiva da Jerónimo Martins, com a família acionista da Sociedade Francisco Manuel dos Santos e com os filhos.

Administrador-delegado desde 2009, Pedro Soares dos Santos sucedeu ao gestor Luís Palha da Silva, que entrara 10 anos antes como administrador financeiro.

É a Pedro Soares dos Santos, de acordo com o seu antecessor na presidência da SGPS, que caberá a proposta de "governance" do grupo a partir de 2014. Porque para Alexandre, a ideia é que Pedro fique até que a assembleia geral e o conselho da JM se reúnam no início do próximo trimestre do ano, altura em que será apresentado o novo modelo de gestão a seguir. Pode ser como "chairman e CEO", com dois vice-chairmans, de fora ou de dentro da família, "está tudo em aberto".

A José Soares dos Santos, o outro filho de Alexandre que está na administração da SGPS, caberá por agora os pelouros da indústria (com a fundamental aliança com a Unilever). É também ao gestor que cabe a representação do acionista Sociedade Francisco Manuel dos Santos e a da Fundação com o mesmo nome.

  • Entrevista com Pedro Soares dos Santos: "Falta a Portugal comunicação e união de esforços"


Fonte: Negócios

Fundação Mata do Bussaco ganha Prémio e muda líder


O Prémio Manuel António da Mota, no valor de 50 000€, este ano dedicado ao Ano Europeu dos Cidadãos, foi atribuído à Fundação Mata do Bussaco, entidade que acolhe um novo presidente, Fernando Correia, no próximo dia 2 de janeiro.

Fundacao Mata Bussaco
A escolha do júri deveu-se aos projetos que a instituição desenvolve no âmbito da ressocialização integrada e corresponsável de cidadãos reclusos.

A cerimónia de entrega do Prémio decorreu no Palácio da Bolsa, no Porto, com a participação de Miguel Poiares Maduro, Ministro-adjunto e do Desenvolvimento Regional, António Mota, Chairman da Mota-Engil, António Vitorino, Advogado e Ex-Comissário Europeu e Manuela Ramalho Eanes, Presidente do Conselho de Curadores da Fundação Manuel António da Mota.

A Fundação Mata do Bussaco (FMB) anunciou também que Fernando Correia vai ser o seu novo presidente. A proposta foi avançada em reunião de Câmara, pelo presidente Rui Marqueiro, e mereceu o voto de confiança de todos os membros do Executivo Municipal presentes.

Fernando-Correia-Mata-BussacoFernando Correia é biólogo, ilustrador profissional e atualmente professor de Ilustração Científica na Universidade de Aveiro. Com fortes ligações ao concelho da Mealhada, onde reside há vários anos, conhece a Mata Nacional do Bussaco como poucos. No próximo dia 2 de janeiro irá suceder a António Jorge Franco na presidência da Fundação.

“É biólogo, professor na Universidade de Aveiro, conhecedor da Mata Nacional do Buçaco. Aliás, é um apaixonado pela Mata Nacional do Buçaco. Tem reconhecimento científico, vários livros escritos, prémios nacionais e internacionais. Analisei várias opções e pareceu-me definitivamente a pessoa com melhor currículo”, justificou Rui Marqueiro.

A Fundação Mata do Buçaco dedica-se à gestão de todo o património natural e edificado da Mata Nacional do Buçaco, tendo-se destacado nos últimos anos pela sua atuação ao nível da conservação da biodiversidade do património natural sob a sua gestão e pela sua política de responsabilidade social, envolvendo diversos públicos e promovendo o voluntariado nas atividades de conservação, assim como a sensibilização para a importância do seu património no contexto regional e nacional.



Júlio Lobão: Existem culturas organizacionais que propiciam a fraude

Júlio Lobão, especialista português em finanças e economia internacional, refere que "parece que os decisores perderam a memória histórica das lições a retirar com a crise financeira" e que "o preço da austeridade vai continuar a ser pago por muito tempo, mesmo depois da austeridade ter terminado".

Adotou-se uma política de austeridade demasiado concentrada no tempo, que não podia senão levar a resultados contraproducentes.


Portal da Liderança (PL): Portal da Liderança (PL): O que o levou a escrever o livro “O factor humano na decisão empresarial”?
FactorHumano copy
Júlio Lobão (JL): O primeiro impulso veio da constatação de que a Gestão que se ensina nas faculdades ignora frequentemente o papel do gestor. É um pouco paradoxal mas é a realidade: na maior parte dos casos ensina-se uma gestão sem gestores! Na verdade, os estudos mostram que a personalidade de cada gestor é essencial para se entenderem as suas decisões. Gestores diferentes tomam decisões diferentes face ao mesmo problema. Por isso, através do livro pretendi mostrar como a personalidade dos gestores pode ajudar a compreender e também a prever as suas decisões.

PL: Pegando no título com que abre o capítulo 6, “Os gestores importam?”

JL: A resposta à questão é afirmativa, sem dúvida. Existem diferentes estilos de gestão, próprios de cada gestor, e isso traduz-se em diferentes escolhas em áreas muito diversas. Por exemplo, a personalidade dos gestores influencia a estratégia de crescimento das empresas (por corte de custos, escolhas de publicidade, I&D, etc.). E tem também impacto sobre as escolhas financeiras a realizar (escolhas de investimento, financiamento, etc.) Por isso, as diversas escolhas do gestor, em função da sua personalidade, acabam por afetar o desempenho das empresas. Isto é particularmente visível nas empresas onde o gestor tem mais poder.

PL: O que leva o gestor a manipular a informação e a cometer fraude?

JL: Normalmente atribui-se a fraude a comportamentos individuais. Mas essa perspetiva ignora um aspeto essencial. É que existem culturas organizacionais que propiciam a fraude. Quando uma dessas culturas organizacionais interage com gestores demasiado otimistas e que resistem ao reconhecimento dos seus erros, estão reunidas as condições para que os comportamentos de manipulação da informação e de fraude tenham lugar. Por isso é necessário atuar de forma preventiva, detetando antecipadamente os casos de empresas em que casos semelhantes podem vir a ocorrer em vez de atuar apenas à posteriori tentando minimizar os danos.

PL: É autor do livro “Finanças comportamentais” e partilha da visão de Shiller, Prémio Nobel de 2013. Como vê o percurso financeiro nacional, em termos de decisões económicas tomadas? Quais os pontos positivos e negativos na tomada de decisões?

JL: O ponto que se atingiu, em termos de finanças públicas, tornou inevitável que fossem implementadas algumas medidas de austeridade. No entanto, é surpreendente a intensidade das políticas de austeridade que se colocaram no terreno. O debate acerca da eficácia desse tipo de medidas é uma repetição do que ocorreu por alturas da Grande Depressão nos EUA nos anos 30 do século passado. E parece que os decisores perderam a memória histórica das lições a retirar com essa crise financeira. Em consequência disso, adotou-se uma política de austeridade demasiado concentrada no tempo, que não podia senão levar a resultados contraproducentes.


Um dos aspetos mais significativos tem a ver com os efeitos da austeridade nos novos gestores, algo que tem sido completamente ignorado.


Os estudos mostram que os gestores que iniciam as suas carreiras durante períodos recessivos veem o seu comportamento alterado durante muito tempo, por vezes várias décadas. Tornam-se excessivamente conservadores e investem menos em investigação e desenvolvimento, por exemplo. Isto sugere que o preço da austeridade vai continuar a ser pago por muito tempo, mesmo depois da austeridade ter terminado.

PL: Têm vindo a ser feitos esforços por potenciar o empreendedorismo nacional através de apoios e iniciativas. Como vê as decisões tomadas pelos empreendedores?

JL: Os estudos acerca dos empreendedores revelam dois factos curiosos. O primeiro tem a ver com os motivos dos empreendedores. Uma parte importante dos empreendedores refere que o bem-estar da família e da comunidade é um factor importante quando decidem fundar um negócio. Isto contraria a perceção habitual de que as motivações financeiras são a única ou principal motivação dos empreendedores.
O segundo facto que destacaria tem a ver com a perceção dos investidores acerca das suas próprias capacidades. Um número significativo de empreendedores é excessivamente otimista acerca da possibilidade de sucesso dos negócios. Neste caso, a realidade acaba por desenganá-los. Em Portugal, por exemplo, quase 50% das novas empresas não atinge os dois anos de atividade.

PL: As fusões e aquisições têm estado na ordem do dia na imprensa. Muitos são os casos nacionais e internacionais. Como devem os gestores encarar e gerir estas situações?

JL: As fusões e aquisições são um outro caso em que a personalidade do gestor é decisiva nas decisões a tomar. Por exemplo, gestores excessivamente confiantes acabam por pagar demasiado pelas empresas que pretendem adquirir. Muitas vezes, isso acaba por condenar as operações financeiras ao insucesso com as correspondentes perdas de riqueza e de emprego. As finanças comportamentais sugerem várias medidas de governação empresarial suscetíveis de atenuar este problema nomeadamente com a atribuição de maiores poderes aos diretores externos das empresas.

PL: Porque é que os gestores da lusofonia têm de ler este livro?

JL: Para perceberem o que faz de um gestor um bom gestor. É muito importante tentar aprender com os erros. Um dos problemas de um gestor com excesso de confiança, por exemplo, é o de nunca parar para fazer um balanço do seu estilo de gestão. Creio que o livro pode ajudar a fazer esse balanço e a alertar o gestor para os sinais que o podem arrastar para decisões erradas.

PL: Qual o líder nacional ou internacional cuja liderança destaca e porquê?
Colin-Powell

JL: Uma das caraterísticas de um bom líder reside na sua capacidade de olhar para as suas decisões, de perceber onde foram cometidos erros e de tentar aprender com esses erros. Não são muitos os líderes capazes de aprender com os seus erros. Geralmente, para parecerem coerentes, acabam por gastar demasiadas energias a justificar as suas escolhas passadas, mesmo quando foram erradas, em vez de tentarem perceber como poderiam ter evitado os erros. Mas há exceções, claro. Por exemplo, Colin Powell, de quem se publicaram as memórias há alguns anos, constitui um caso paradigmático de um líder com capacidade de refletir e de aprender sobre o seu próprio processo de decisão.


Uma das caraterísticas de um bom líder reside na sua capacidade de olhar para as suas decisões, de perceber onde foram cometidos erros e de tentar aprender com esses erros.

 


Julio-LobaoJúlio Fernando Seara Sequeira da Mota Lobão é doutorado em ciências empresariais e especialista em finanças pela Universidade do Minho. É também mestre em economia e especialista em economia internacional, sendo licenciado em economia pela Faculdade de Economia do Porto. É professor auxiliar da Faculdade de Economia do Porto, lecionando áreas dos mercados financeiros e finanças empresariais. Desempenhou funções de consultadoria no setor financeiro, em particular na área da gestão de património. É autor do livro "O Factor Humano na decisão Empresarial" e do "Finanças Comportamentais", pela Actual. 

 

 

 

Ministro dos Negócios Estrangeiros demite-se


O ministro dos Negócio Estrangeiros do governo de transição da Guiné-Bissau demitiu-se na sequência do incidente com a TAP.

Delfim-da-Silva-guine-bissau
Delfim da Silva disse à Lusa que a demissão é "uma forma de protestar" contra o incidente de terça-feira com um voo da TAP entre Bissau e Lisboa.

A tripulação foi obrigada por autoridades guineenses a descolar com 74 passageiros sírios portadores de passaportes falsos, mesmo depois de detetado o problema, o que levou a companhia portuguesa a suspender os voos entre os dois países.

A demissão surge por causa do incidente, "mas não é só isso", disse Delfim da Silva à Lusa, referindo que outras situações têm ferido a credibilidade da Guiné-Bissau no exterior.

Este último caso terá sido a gota que fez transbordar o copo: "foi provocar um dano enorme à diplomacia guineense e não posso ficar calado, como se nada tivesse acontecido", declarou.

O ministro demissionário responsabiliza "gente ligada à imigração e segurança, que está relacionada com isto". "Há cumplicidades", sublinhou.

"Para aquela gente passar aqui uns dias e depois ir para Lisboa como foi é porque houve cumplicidade entre pessoas que tinham a obrigação de proteger o país e não protegeram", reforçou Delfim da Silva.

O governante entregou na passada sexta-feira a carta de demissão ao presidente de transição, Serifo Nhamadjo, e aguarda agora por uma decisão do chefe de estado.

Este referiu à Lusa que pretende continuar na atividade política.

Delfim da Silva destaca o facto de ter participado nos últimos meses em fóruns internacionais, em Nova Iorque e Paris, e considera que o incidente desta semana arruína os esforços feitos nesses encontros para o país reconquistar a confiança internacional.

"Estávamos menos mal, estava tudo bem encaminhado e provocaram um dano grande na diplomacia guineense", referiu, sem entrar em mais detalhes sobre quem são esses responsáveis.

Delfim da Silva refere ainda que a sua demissão é uma forma de "clarificar" a situação.



Fonte: Económico


Presidente somali nomeia novo Primeiro-ministro


O presidente somali Hassan Sheikh Mohamud anunciou a nomeação de um novo Primeiro - ministro, o economista Abdiweli Sheikh Ahmed.

Hassan-Sheikh-Mohamud-Somalia
Esta nomeação regista-se após a saída no início de dezembro do precedente Primeiro-ministro, Abdi Farah Shirdon, em conflito aberto com o chefe de Estado, num contexto de fortes tensões no seio do poder nesse país que procura encontrar a paz após anos de caos e de guerra civil.



Fonte: Angop

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