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António Horta Osório foi reconduzido como presidente executivo do Lloyds. Os acionistas do banco britânico, que depois de cinco anos voltou aos lucros e a distribuir dividendos, aprovaram por unanimidade a continuação do gestor português na liderança do Lloyds.

Além da sua continuidade à frente do banco, que esta semana anunciou a redução da participação do Estado para menos de 20%, 97% dos investidores aprovaram a remuneração do banqueiro português no valor de 11,5 milhões de libras (15,8 milhões de euros).
Horta Osório vai receber assim 7,4 milhões de libras (cerca de 10,2 milhões de euros) do prémio de um plano de incentivos de gestão a longo prazo, que o gestor prescindiu durante os últimos anos de recuperação financeira do Lloyds. Somando o salário base (1,3 milhões) e mais um conjunto de benefícios a remuneração totaliza 15,8 milhões de euros.
Em 2008 o Estado britânico teve de injetar cerca de 27 mil milhões de euros no LLoyds, ficando com uma participação de 43%. Agora, além do Estado já ter reduzido essa participação, as ações do banco têm acumulado ganhos, tendo mesmo triplicado de valor nos últimos três anos.
Em declarações ao Diário de Notícias, Horta Osório explica que na sua opinião "o mercado reconhece de forma muito positiva o trajeto que tem vindo a ser percorrido pelo Lloyds e isso reflete-se no valor da ação mesmo com as vendas do Tesouro, que representam 15% do volume médio diário de transações". "Além disso, voltámos a pagar dividendos pela primeira vez desde a aquisição, no exercício de 2014, e isso atrai investidores", acrescentou.
O gestor sublinha ainda que está "muito satisfeito por devolver o dinheiro aos contribuintes britânicos com lucro. Esse sempre foi o meu principal objetivo.
A redução da fatia do Estado no banco permitiu aos contribuinte recuperar perto de 14 mil milhões de euros.
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Fonte: Negócios
Horta Osório vai receber assim 7,4 milhões de libras (cerca de 10,2 milhões de euros) do prémio de um plano de incentivos de gestão a longo prazo, que o gestor prescindiu durante os últimos anos de recuperação financeira do Lloyds. Somando o salário base (1,3 milhões) e mais um conjunto de benefícios a remuneração totaliza 15,8 milhões de euros.
Em 2008 o Estado britânico teve de injetar cerca de 27 mil milhões de euros no LLoyds, ficando com uma participação de 43%. Agora, além do Estado já ter reduzido essa participação, as ações do banco têm acumulado ganhos, tendo mesmo triplicado de valor nos últimos três anos.
Em declarações ao Diário de Notícias, Horta Osório explica que na sua opinião "o mercado reconhece de forma muito positiva o trajeto que tem vindo a ser percorrido pelo Lloyds e isso reflete-se no valor da ação mesmo com as vendas do Tesouro, que representam 15% do volume médio diário de transações". "Além disso, voltámos a pagar dividendos pela primeira vez desde a aquisição, no exercício de 2014, e isso atrai investidores", acrescentou.
O gestor sublinha ainda que está "muito satisfeito por devolver o dinheiro aos contribuintes britânicos com lucro. Esse sempre foi o meu principal objetivo.
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- António Horta Osório, sobre liderança
- É o Horta Osório da sua empresa? 6 Dimensões fundamentais para ser um líder eficaz
Fonte: Negócios
