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José Manuel Fonseca acaba de se tornar diretor da Escola de Ciências Sociais e Empresariais da Universidade Europeia.

José Manuel Fonseca é Doutorado em Management pela Universidade de Hertfordshire, Mestre em Comportamento Organizacional pelo ISPA e Licenciado em Organização e Administração de Empresas pelo ISEG.
Foi docente da Nova Schooll of Business and Economics entre 2006 e 2011 em Estratégia e o coordenador do Leadership Stream do MBA da Nova/Católica/MIT entre 2008 e 2011.
É fellow do Complexity and Management Centre da University of Hertfordshire e Visiting Researcher de Chalmers University of Technology em Gutemburgo.
Foi CEO e administrador de empresas dos sectores da Construção, TI, Publicidade e Confeções em Portugal e consultor com trabalhos desenvolvidos em Portugal, Suécia, Bélgica, UK, Espanha e Angola.
É co-autor do livro “Terror ao pequeno-Almoço”.
O Portal da Liderança falou com o líder sobre este novo desafio e perspetivas para os próximos anos.
PL: O que o levou a aceitar este cargo?
Foi com prazer e um entusiasmo quase juvenil, que aceitei o desafio lançado pelo CEO da Península Ibérica das International Laureate Universities, o Dr. Nelson Brito, e do Reitor Prof. Tawfiq Rkibi para liderar a Escola de Ciências Sociais e Empresarias da Universidade Europeia. Há um dia em que nos confrontam com “reclamações” e sugestões que vamos dando e nos dizem “então faça o obséquio de aceitar o desafio de vir para o lume”, que é como quem diz, deixe lá a pieguice do conforto de estar do lado fácil ...
PL: E quais os desafios que se lhe deparam nestas novas funções?
Os desafios são inúmeros e colossais, porque a Escola tem muitos cursos de licenciatura, de mestrado e de pós graduação. E, ainda por cima, este ano estamos a lançar uma diferenciação clara em termo de oferta do mesmo curso para “clientes” diferentes. Os alunos que querem aulas em inglês e muito intercâmbio, experiência internacional, os alunos que querem aulas em português mas desejam uma orientação clara para o “problema solving” que os integre rapidamente num mercado muito competitivo, e os alunos que têm já acumulada experiência profissional relevantíssima e que querem enquadrar na sua atividade um legítimo aumento de competências e de expetativas. Para tamanha e ciclópica tarefa, conto com uma equipa magnifica!
PL: Onde pretende chegar a curto prazo?
A curto prazo pretendo, claro está, introduzir algumas melhorias e novos desafios. A meta é posicionar os nosso cursos no mercado internacional e sermos reconhecidos como uma Universidade em que se aprende muito, se sai a saber fazer muita coisa de A a Z e em que simultaneamente nos divertimos e contribuímos para um mundo mais equilibrado e melhor do ponto de vista social e ambiental. Algumas ideias que farão a diferença são ainda segredo, claro! Se eu as revelar assim do pé para a mão fico sem emprego ...
PL: E como pretende fazer a diferença?
Claro que muito do que nos falta ainda percorrer, somos uma Universidade fresquinha e ainda novinha, será preenchido com uma articulação entre o nosso ensino e investigação e o tecido empresarial, mas com a nossa personalidade bem vincada. Isto é, não queremos apenas uma boa relação com as empresas para obter estágios e autorizações para a realização de teses. Pretendemos antes desafiar as empresas a serem inovadoras com a nossa ajuda, e temos já alguma belíssima experiência acumulada em termos de fomento de empreendedorismo, com alunos nossos a desenvolver projetos muito criativos e interessantes e alguns ex-alunos com um tremendo sucesso no mercado através de ideias realmente catitas!
PL: E a longo prazo?
Há um mundo de oportunidades e tarefas a realizar, coisa para os próximos quarenta anos...
