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O gestor pergunta como e quando. O líder pergunta o quê e porquê  Warren Bennis 

Edith Wharton 

António Cruz sucede a José Fortes na presidência da Agência Marítima e Portuária de Cabo Verde

António Cruz sucede a José Fortes na presidência da Agência Marítima e Portuária de Cabo Verde
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O comandante José Fortes deixa hoje a presidência do Conselho de Administração da Agência Marítima e Portuária (AMP), sucedendo-lhe António Cruz, quadro da Enapor.

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A nova equipa é ainda composta por Anselmo Fonseca, que se mantém no cargo de administrador, e Carlos Graça, ex-diretor da Polícia Nacional.

José Fortes (na foto) confirmou ao A Nação, que desde que se extinguiu o antigo Instituto Marítimo e Portuário (IMP) e se criou-se a AMP que pôs o cargo à disposição.

A pessoa agora designada é o também comandante António Cruz Lopes, até ao momento ligado à coordenação da segurança portuária na Enapor.

António Cruz chega para pôr em prática a ideia de fazer da AMP uma entidade que cuida de todas atividades administrativas de regulação técnica e económica, além de supervisionar e regulamentar o sector marítimo e portuário nacional, sem prejuízo de outras funções confiadas pelos estatutos, designadamente como órgão de consulta do Governo e da Assembleia Nacional.

Nesta agência, que se configura como uma autoridade independente, António Cruz será coadjuvado no Conselho de Administração por Anselmo Fonseca e pelo antigo diretor da Polícia Nacional, Carlos Graça. O único que transita do Conselho anterior é Anselmo Fonseca.

De referir que o diploma que criou a AMP em Dezembro do ano passado estipula que a agência pode estabelecer formas de cooperação ou associação com outras entidades reguladoras nacionais e internacionais, caso isso se mostre necessário e conveniente para efetivar as suas atribuições.



Fonte: A Nação

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