1 minuto de leitura
Trata-se do sindicalista Jeremias Timana, os jornalistas José Belmiro e Salomão Moyana, bem como Apolinário João, cuja entrada, refere O País, resultou de mais um exercício de concertações políticas entre as três bancadas parlamentares, nomeadamente, Frelimo, Renamo e MDM.

Belmiro, Moyana e Timana entram, agora, na CNE - onde já tinham sido “chumbados” nas anteriores candidaturas - como resultado, sobretudo, de orientações superiores do partido Frelimo, para que o sentido do voto fosse no sentido de viabilização das três entradas, em particular, numa extensão das cedências no campo do diálogo político com a Renamo.
Das concertações realizadas previamente, as três bancadas acordaram que a Renamo teria a prerrogativa de eleger dois membros, de entre os candidatos propostos, enquanto a Frelimo e o MDM elegeriam um, cada.
Para além dos novos membros, foram também empossados dois vice-presidentes da CNE, nomeadamente, António Chipanga, eleito pela Frelimo, e Meque Braz, pela Renamo.

Fonte: O País
