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Miguel Frasquilho, diretor da Espírito Santo Research, substitui Pedro Reis na presidência da AICEP

Miguel Frasquilho, diretor da Espírito Santo Research, substitui Pedro Reis na presidência da AICEP
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Miguel Frasquilho vai substituir Pedro Reis na presidência da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), apurou o Expresso. O deputado do PSD e economista foi convidado pelo primeiro-ministro e aceitou.

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Para vice-presidentes da AICEP, os nomes ainda não estão fechados.

Miguel Jorge Reis Antunes Frasquilho nasceu em 1965, licenciou-se em Economia na Universidade Católica e é mestre em Teoria Económica. É quadro superior do Banco Espírito Santo, onde é diretor coordenador da Espírito Santo Research.

Aderiu ao PSD no ano de 1996, inspirado pelo primeiro-ministro que nesse ano terminava o seu período de governação. "Se eu fosse um miúdo aquilo que eu queria ser quando fosse grande era um economista como Cavaco Silva. Era a minha referência política. Filiei-me no PSD por causa dele", contou Miguel Frasquilho em entrevista ao Jornal de Negócios em Maio de 2013.

O seu primeiro cargo político de relevo aconteceu seis anos depois, em 2002, quando se tornou secretário de Estado do Tesouro no Governo de Durão Barroso. Mas a relação com Manuela Ferreira Leite, então ministra das Finanças, não foi fácil. Frasquilho acabou remodelado cerca de um ano depois.

Nessa altura, foi autor e responsável, em conjunto com Carlos Tavares, do famoso "choque fiscal" defendido no programa do PSD. Este choque passava pela defesa de uma forte redução do IRC sobre as empresas como forma de o país atrair investimento.

É deputado à Assembleia da República desde 2005, pertencendo até agora à comissão parlamentar de orçamento e finanças.

No Congresso de 2010 do PSD, quando Passos chegou ao poder, causou polémica ao defender cortes salariais.

Na atual legislatura, foi dos primeiros elementos da maioria a pedir mais tempo para o ajustamento de Portugal. Como liberal assumido, continua a defender a baixa dos impostos, apontando baterias ao IRS.



Fonte: Expresso

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