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O gestor pergunta como e quando. O líder pergunta o quê e porquê  Warren Bennis 

Edith Wharton 

Angola assinala hoje 38 anos de independência

Angola assinala hoje 38 anos de independência
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A República de Angola assinala hoje, segunda-feira, 38 anos da sua independência.

JoseEduardoSantos
Foi às 23:00 horas do dia 11 de Novembro de 1975 que o seu primeiro Presidente, António Agostinho Neto, proclamou diante da África e do mundo a independência de Angola, até então uma das colónias portuguesa em África.

Para ai chegar, um processo começou. A luta de libertação nacional.

Iniciada a 4 de Fevereiro de 1961, tendo o MPLA, Movimento Popular de Libertação de Angola, como principal interveniente, outros movimentos como UNITA, FNLA participaram na luta, mas foi o MPLA que no dia 11 de Novembro, na voz do seu Presidente proclamou a Independência de Angola.

O Movimento Popular de Libertação de Angola desde esta data tem dirigido os passos da Nação angolana.

Esta missão, porém, foi muito dificultada devido a oposição militar a que o Governo angolano foi submetido pela então Unita armada, desde a proclamação da independência.

No período que vai de 1975 a 2002 Angola viveu uma guerra interna que só terminou a 4 de Abril de 2002, após vários anos de negociações, com a assinatura do Memorando de Entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka, entre o Governo e a então Unita armada.

No fim dos anos 1990, o governo angolano decidiu mudar o sistema político para um sistema de democracia multipartidária e uma economia de mercado.

As primeiras eleições realizadas em Angola tiveram lugar em 1992, nas quais o MPLA saiu como vencedor.

Os 38 anos de independência do país e o alcance da paz em Angola permitiram maior crescimento em todos os sectores, com destaque para a vida económica.

Assim, segundo o Presidente José Eduardo dos Santos, o sucesso da política económica de Angola tem sido a consolidação fiscal, que começou a ser implementada desde 2009 e que implica uma correta articulação entre as medidas de política fiscal e de política monetária.

Sustenta que neste âmbito, uma gestão mais parcimoniosa das despesas públicas e o investimento nas infraestruturas constituem a alavanca para o aumento da competitividade da produção não petrolífera e para o desenvolvimento do sector nacional privado.



Fonte: AngolaPress

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