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Franquelim Alves voltou a aparecer em público já na pele de gestor do Compete, na apresentação dos fundos Revitalizar.

Ao Negócios, o ex-secretário de Estado explicou o processo: "Eu tinha o meu lugar como gestor do Compete e suspendi-o, mas ele durante este tempo ficou sem gestor, porque não foi feita a nomeação para o lugar. Quando saí, com o parecer favorável do Ministério da Economia, regressei ao Compete".
Do Compete para o Governo e do Governo para o Compete. Em cinco meses, este foi o percurso de Franquelim Alves que depois de no final de Julho ter abandonado a secretaria de Estado da Inovação e da Competitividade, onde substituíra Carlos Oliveira, regressou no início da semana passada ao programa de gestão dos fundos comunitários. O Compete esteve sem gestor desde Fevereiro até meados de Agosto.
Franquelim Alves atribui a curta experiência ministerial às mudanças que houve na pasta da Economia. Era o que esperava? "Se soubesse que seria por este tempo, à partida, diria que não seria um convite muito estimulante", explica.
Já fora do Governo, a ação de Franquelim Alves, durante a passagem no IGCP, foi reconhecida publicamente ao não dar autorização para que o Estado assinasse os contratos "swap" com o Citigroup.
Fonte: Negócios
